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Novo Resident Evil atinge 96% de aprovação antes da estreia
Foto: Resident Evil Divulgação
Entretenimento

Novo Resident Evil atinge 96% de aprovação antes da estreia

Filme dirigido por Zach Cregger supera outras adaptações de games no Rotten Tomatoes antes de chegar aos cinemas.

O novo filme de Resident Evil alcançou 96% de aprovação no Rotten Tomatoes antes da estreia e assumiu o primeiro lugar entre as adaptações de videogames mais bem avaliadas da plataforma. O resultado considera dezenas de críticas publicadas.

A produção dirigida por Zach Cregger chega aos cinemas em 18 de setembro de 2026. O cineasta é conhecido pelos filmes de terror Barbarian e Weapons e decidiu levar para as telas a sensação de jogar Resident Evil, em vez de reproduzir diretamente uma história dos games.

A trama acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams. Ele é um entregador de medicamentos que se envolve em uma noite de caos e sobrevivência nos arredores de Raccoon City. Sem preparo para enfrentar monstros, o personagem precisa aprender a sobreviver enquanto a situação se torna cada vez mais perigosa.

Recepção e comparação

A aprovação supera os índices dos filmes anteriores da franquia. O primeiro Resident Evil, lançado em 2002 e estrelado por Milla Jovovich, tem 36% no Rotten Tomatoes. Já Resident Evil: Welcome to Raccoon City ficou com 30%.

Críticos destacam a escolha de colocar um personagem comum diante de uma situação fora de controle. O longa combina terror corporal, violência, criaturas grotescas, humor sombrio e sequências inspiradas na experiência de um game de sobrevivência.

A direção também usa perspectivas e movimentos de câmera que lembram o controle de um personagem dentro de um videogame. A produção não tenta ser uma cópia literal dos jogos e busca uma identidade própria sem abandonar a essência de Resident Evil.

O filme tem 90 minutos de duração e classificação R nos Estados Unidos por violência, sangue, gore e linguagem.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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