Ed Motta apontou Physical Graffiti, do Led Zeppelin, como seu álbum preferido de rock clássico. O disco foi lançado em 1975 e aparece em uma lista com os cinco trabalhos favoritos do cantor, multi-instrumentista e colecionador de discos.
A escolha não muda a preferência geral de Motta: ele já afirmou que Aja, do Steely Dan, é seu disco preferido de todos os tempos. Lançado em 1977, o álbum reúne jazz, pop e soft rock. Na lista dos favoritos, também estão Extension of a Man, de Donny Hathaway; The Prisioner, de Herbie Hancock; e Symbiosis, de Bill Evans.
O álbum do Led Zeppelin
Physical Graffiti foi lançado como um álbum duplo em LP e reúne 15 faixas. O trabalho passa pelo hard rock, pelo folk, pelo funk e por influências orientais, em uma fase de maturidade artística do Led Zeppelin.
As gravações começaram no início de 1974, na mansão de Headley Grange, no Reino Unido. A banda aproveitou o local para improvisar arranjos e testar novas sonoridades. Como o material inédito ocupava quase três lados de um LP, o grupo acrescentou sete faixas gravadas anteriormente.
Essas músicas haviam ficado fora de Led Zeppelin III (1970), Led Zeppelin IV (1971) e Houses of the Holy (1973). Entre os destaques do repertório estão “Kashmir”, “In My Time of Dying”, “The Rover”, “Houses of the Holy” e “Trampled Under Foot”.
O disco estreou no topo das paradas britânicas e teve sucesso comercial e de crítica. Depois dele, o Led Zeppelin lançou Presence (1976) e In Through the Out Door (1979). A banda encerrou as atividades em 1980, após a morte do baterista John Bonham. Coda saiu em 1982, depois do fim do grupo.








