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Beabadoobee aposta em guitarras agressivas no álbum Pylon
Foto: Josh Brasted/FilmMagic
Entretenimento

Beabadoobee aposta em guitarras agressivas no álbum Pylon

Aos 26 anos, a cantora transforma dúvidas, conflitos e inseguranças em um disco marcado por ruído de guitarra e referências ao rock dos anos 90.

Beatrice Laus, conhecida como Beabadoobee, transforma conflitos emocionais em guitarras agressivas no quarto álbum da carreira, Pylon. Aos 26 anos, a cantora revisita inseguranças, términos, solidão e mudanças da vida adulta em faixas de forte impacto rockeiro.

O disco marca uma guinada em relação a This Is How Tomorrow Moves (2024), trabalho mais relaxado e fantasioso produzido por Rick Rubin. Em Pylon, Laus adota uma postura mais combativa e explora um som carregado de distorção, inspirado por bandas como Sonic Youth, Helium e Dinosaur Jr.

A faixa Sun Has Set estabelece o tom do álbum com uma mensagem definitiva para um antigo relacionamento: “Fuck that, you can never run back to me now”. Já Write Me a Letter, Radio e Switchblade ampliam o lado confessional da cantora, que transforma dor e frustração em melodias de guitarras intensas.

Referências e participações

Beabadoobee mantém a ligação com o rock dos anos 90 ao misturar estrondo grunge, melodias pop, emo do Meio-Oeste dos EUA e punk. Satellite leva essa combinação para uma balada com influência de Lilith Fair. A primeira música que Laus aprendeu no violão foi Kiss Me, do Sixpence None the Richer.

O álbum também reúne participações de Hayley Williams, do Paramore, em Nothing to Prove, e Brendan Yates, do Turnstile, no dueto Powerlines. Chino Moreno, do Deftones; Evan Stephens Hall, do Pinegrove; Shane Moran, do Title Fight; Andrew Fisher, do Basement; além de Matty Healy e George Daniel, do The 1975, também contribuem para o projeto.

Em It’s Alright, Beabadoobee apresenta um momento mais romântico, enquanto Radio transforma a mágoa em música. O álbum não oferece respostas para os problemas retratados, mas encontra força justamente no conflito e na confiança com que a cantora despeja dúvidas e medos sobre o ruído das guitarras.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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