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Ofensiva no Iêmen atinge petróleo e deixa Taiz cercada
Brasil

Ofensiva no Iêmen atinge petróleo e deixa Taiz cercada

Coalizão liderada pela Arábia Saudita afirma ter usado 100 aviões e destruído 324 alvos na operação contra os houthis.

A ofensiva das forças governamentais do Iêmen contra os houthis avançou sobre diferentes regiões do país e atingiu a infraestrutura de petróleo da Arábia Saudita. Um ataque reivindicado pelo movimento interrompeu o transporte de petróleo pelo oleoduto Leste-Oeste, no leste do reino.

O oleoduto leva petróleo do leste da Arábia Saudita ao Mar Vermelho, evitando o Estreito de Ormuz. A infraestrutura ganhou importância em meio às restrições à navegação impostas pelo Irã no estreito, no contexto da guerra no Oriente Médio.

Amin Nasser, diretor da petroleira saudita Aramco, afirmou que as reservas mundiais estão perigosamente baixas. Em Londres, ele disse: "O sistema já está sob pressão". Nasser falou depois que os países do G7 anunciaram a liberação de estoques para reduzir as preocupações com o fornecimento.

Ataques e controle territorial

A coalizão liderada pela Arábia Saudita declarou que 100 aviões de combate participaram da operação "Amanhecer do Iêmen", lançada pelas forças governamentais para recuperar o território. O general Turki al Maliki, porta-voz da coalizão, informou que 324 alvos de alto valor foram destruídos desde o início da ofensiva.

O movimento houthi confirmou bombardeios na região de Saada, considerada um reduto do grupo pró-Irã. As forças governamentais também disseram ter feito 1.222 ataques em Saada, Al Jawf, Taiz e na costa ocidental.

O porta-voz Majid al Nazili afirmou que as tropas assumiram o aeroporto de Dhubab e interromperam a estrada até Moca, cidade portuária controlada pelos houthis. Uma fonte militar do movimento negou essa informação.

Cerco a Taiz

Desde domingo, os houthis cercam Taiz, a terceira maior cidade do Iêmen. O grupo bloqueou um ponto estratégico da estrada que liga a cidade a Áden, onde fica o governo reconhecido internacionalmente.

O chefe do Conselho Presidencial do Iêmen, Rashad al Alimi, anunciou a operação e prometeu apoio aéreo 24 horas por dia às forças em terra. A coalizão também declarou que fará a proteção aérea do Estreito de Bab el Mandeb, rota estratégica para o comércio marítimo internacional.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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