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Ataques no sul do Líbano deixam ao menos 12 mortos
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Ataques no sul do Líbano deixam ao menos 12 mortos

Bombardeios atingiram Kfar Reman e outras áreas; Exército israelense diz que manterá operações contra o Hezbollah.

Ao menos 12 pessoas morreram em ataques israelenses no sul do Líbano nesta segunda-feira (7). A maioria das vítimas pertencia à mesma família, incluindo mulheres e crianças, informou o Ministério da Saúde libanês.

Em Kfar Reman, um bombardeio atingiu um edifício residencial e matou 11 pessoas. Entre os mortos estão duas crianças e quatro mulheres. A construção de três andares ficou destruída, com livros didáticos e partes de móveis espalhados pelos escombros.

Na mesma localidade, outro ataque matou um socorrista de 18 anos e deixou outro ferido, de acordo com as autoridades de saúde. A Agência Nacional de Informação havia informado inicialmente que dois socorristas tinham se ferido.

Tensão na região

O Exército israelense afirmou que atingiu instalações de infraestrutura do Hezbollah depois que dois drones carregados com explosivos foram lançados contra soldados. A força disse que continuará realizando operações para eliminar ameaças e que mantém o compromisso com o acordo de cessar-fogo.

Israel anunciou, na quinta-feira, que havia assumido o controle da colina de Ali Taher, posição estratégica do Hezbollah em Nabatiye. Depois disso, os ataques na região foram intensificados.

Moradores de Kfar Reman voltaram para casa após a trégua de junho, depois de terem sido deslocados pela guerra entre Israel e Hezbollah. “Desde que voltamos, vivemos angustiados”, disse Fuad Chakaron, morador do bairro. Ele afirmou que as pessoas que viviam no prédio atingido não tinham vínculo com o movimento xiita.

Desde sexta-feira, 27 pessoas morreram em ataques no sul, segundo o Ministério da Saúde libanês. O Hezbollah havia lançado, em março, ataques contra Israel em apoio ao Irã, seu aliado. As represálias israelenses deixaram mais de 4.300 mortos, conforme as autoridades.

Apesar da redução das hostilidades desde o fim de junho, o Exército israelense continua fazendo ataques esporádicos no sul. A região inclui uma faixa fronteiriça de quase 10 quilômetros ocupada por Israel.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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