A Valve afirma que a alta nos preços da memória RAM não mudou os planos para o Steam Deck 2. A empresa ainda avalia quando poderá lançar um sucessor que represente uma melhora clara de desempenho e mantenha uma relação adequada entre preço e capacidade.
Pierre-Loup Griffais e Jeff Leinbaugh, desenvolvedores de software da Valve, falaram sobre o futuro do dispositivo. Questionado sobre o impacto da escassez de RAM, Griffais respondeu: “Na verdade, não”.
Segundo ele, a empresa continua seguindo a mesma estratégia definida anteriormente: esperar uma evolução de desempenho que justifique um novo Steam Deck. “É só uma questão de analisar as condições atuais e ver como e quando podemos oferecer algo assim”, afirmou Griffais.
A Valve trabalha no sucessor há alguns anos, mas condiciona o lançamento à disponibilidade de uma tecnologia capaz de produzir um salto geracional sem comprometer a viabilidade do produto. O desempenho necessário pode estar mais próximo, mas o custo dos componentes continua sendo um fator importante.
Preço e desempenho
Desde o lançamento do Steam Deck, outros PCs portáteis para jogos chegaram ao mercado com desempenho superior. Os preços desses equipamentos variam de moderados a significativamente mais altos, o que reforça o desafio de encontrar um equilíbrio para o próximo aparelho da Valve.
A crise de memória RAM aumentou os preços de diferentes componentes e produtos eletrônicos, incluindo placas de vídeo, consoles de videogame e o próprio Steam Deck. Mesmo assim, a empresa diz que seus objetivos para a experiência do usuário e para o produto continuam muito semelhantes.
A declaração indica que a meta do Steam Deck 2 permanece, embora o momento do lançamento ainda dependa das condições do mercado e da relação entre preço e desempenho. A Valve também lançou o Steam Machine e o Steam Frame, produtos nos quais repassou custos maiores de componentes aos consumidores.








