A Valve afirmou que a crise no mercado de memórias não alterou os planos para o Steam Deck 2. A empresa mantém a ideia de só lançar uma nova geração quando puder oferecer um ganho de desempenho claramente definido.
Pierre-Loup Griffais, desenvolvedor de software da Valve, falou sobre o assunto em uma entrevista ao lado de Jeff Leibaugh. Questionado sobre o impacto do chamado RAMpocalipse no desenvolvimento do portátil, Griffais respondeu: “Na verdade, não”.
Segundo ele, a empresa continua avaliando o futuro dispositivo com base na melhoria de performance que ele poderá entregar. A Valve já havia indicado que não pretende lançar uma nova versão apenas como uma atualização incremental.
Lançamento pode demorar
A manutenção dos planos não significa que o Steam Deck 2 esteja perto de chegar. A possibilidade é que a Valve já trabalhe com um cronograma distante para o novo portátil, o que reduziria o impacto da situação atual no mercado de memórias.
Previsões mencionadas pela empresa apontam que a crise pode durar até 2030. Nesse cenário, o lançamento de uma nova geração depois desse período faria com que a escassez atual tivesse menos influência sobre a decisão.
Griffais afirmou que a Valve segue observando as condições do mercado e o momento adequado para entregar o produto. “É apenas uma questão de olhar para as condições atuais e ver como e quando podemos entregar algo assim”, disse.
O desenvolvedor também afirmou que os objetivos da empresa continuam ligados à experiência dos usuários e ao tipo de produto que a Valve quer criar. Até agora, não há uma data de lançamento informada para o Steam Deck 2.








