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Modificação brasileira faz RTX 3070 Ti reconhecer 16 GB de GDDR6
Tecnologia

Modificação brasileira faz RTX 3070 Ti reconhecer 16 GB de GDDR6

Fabio e Muniz trocaram componentes, alteraram a BIOS e validaram a placa com testes de memória em jogos e modelos de linguagem.

Uma modificação feita por Fabio e Muniz criou uma configuração de RTX 3070 Ti com 16 GB de memória GDDR6. O projeto foi desenvolvido a partir de um reparo técnico e do reaproveitamento de componentes, em uma placa que não foi lançada comercialmente pela NVIDIA.

A confirmação da capacidade apareceu no Windows, quando o GPU-Z identificou o hardware como RTX 3070 Ti 16 GB GDDR6. A equipe também submeteu a placa a testes práticos de alocação de memória em jogos e modelos de linguagem de grande porte.

Como a placa foi adaptada

O ponto de partida foi o chip gráfico GA104-400, correspondente ao silício completo da 3070 Ti, combinado com uma placa de circuito impresso. A dupla escolheu a PCB de uma RTX 3070 Asus TUF, com 10 fases de alimentação e capacidade para receber o chip.

Muniz também analisou vazamentos de 2021 sobre uma possível RTX 3070 Ti de 16 GB com memória GDDR6 convencional. A ideia inicial era instalar chips GDDR6X de 2 GB da Micron, mas o custo aproximado de R$ 5 mil e a falta de garantia de reconhecimento correto pelo sistema fizeram a equipe abandonar essa opção.

O caminho adotado foi converter a placa de GDDR6X para GDDR6. O chip gráfico da 3070 Ti foi soldado na PCB da 3070, seguido pela reprogramação da BIOS. No primeiro boot, o equipamento exibiu imagem, mas reconheceu apenas os 8 GB da memória original HC14.

Para liberar os 16 GB, Muniz usou o NVIDIA BIOS Reader na análise do arquivo da BIOS. O objetivo era localizar o mapa de pinos físicos, chamado de straps, que precisava ser alterado na placa.

Memória passou por diagnóstico

Depois da mudança física nos straps, os chips de 1 GB HC14 foram retirados e substituídos por chips de 2 GB GDDR6 HC16. O software MATS apresentou status de PASS em todos os canais de memória antes do carregamento do sistema operacional.

A placa foi enviada a laboratórios parceiros para benchmarks comparativos completos. O projeto foi concluído por Fabio e Muniz, técnicos de informática do canal “Fabio – @fmklab”, com colaboração de Paulo Gomes em outros trabalhos.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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