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Phantom Blade Zero mistura ação, exploração e kung fu em um gênero próprio
Tecnologia

Phantom Blade Zero mistura ação, exploração e kung fu em um gênero próprio

Após seis horas de jogo, Phantom Blade Zero mostra combate inspirado em kung fu, exploração vertical e chefes coreografados.

Phantom Blade Zero combina RPG de ação, exploração em áreas semiabertas, elementos de metroidvania e combate inspirado em kung fu. Depois de seis horas de jogo, a impressão é que a S-GAME tenta criar uma identidade própria para o título, descrita pelo diretor Soulframe como um “gênero Phantom Blade”.

A estrutura tem três camadas. A base reúne missões secundárias, áreas seguras e exploração. No meio está o design 3D, com caminhos que podem ser abertos conforme novas habilidades são obtidas. No topo fica o combate. O mapa também aposta na verticalidade, com escadas, cordas, atalhos e diferentes níveis de altura.

Combate e exploração

O jogo usa pontos de descanso que restauram vida e remédios, revelam áreas no mapa e permitem viagens rápidas. Quando o jogador está longe deles, pode recorrer a um talismã de viagem pela Discordance, consumido a cada uso.

Os inimigos não voltam depois do descanso, e a proposta não inclui grind. A orientação é explorar para conseguir recursos. Também é possível eliminar parte dos adversários de forma furtiva, alterando o ritmo das áreas.

O sistema de combate gira em torno da estamina. Bloqueios, defesas, esquivas e contra-ataques são usados para esperar uma abertura e reagir. Os inimigos continuam atacando mesmo quando são atingidos, impedindo que os chefes fiquem presos em sequências de golpes.

São mais de 30 armas, mas o diretor afirma que será possível terminar o jogo usando apenas uma delas, incluindo a espada de madeira da infância de Soul.

História e chefes

Soul é um assassino de elite da Ordem, uma organização secreta. Falsamente acusado de matar o patriarca, ele fica gravemente ferido após um duelo com Zang, seu antigo irmão de sangue.

Salvo pelo curandeiro Flesh Sculptor, Soul recebe um coração corrompido e passa a ter apenas 66 dias para encontrar uma cura, investigar a conspiração e resolver suas contas no Wulin.

Entre os chefes estão um lutador bêbado e o grão-mestre da dança do leão. Este último enfrenta Soul sobre estacas, enquanto um dragão cospe fogo. A luta foi inspirada em movimentos apresentados por um mestre de kung fu no estúdio de captura de movimento em Xangai.

O jogo terá quatro dificuldades: Wayfarer, Pathbreaker, Hellwalker e 66 Days. Na última, cada morte consome um dos 66 dias de vida de Soul. Nos níveis mais altos, os inimigos também ganham comportamentos e golpes novos.

A proposta do Kung Fu Punk

A S-GAME usa o termo Kung Fu Punk para unir tradição chinesa, fantasia, Hollywood, mangá, anime e wuxia. A trilha das batalhas aposta no punk rock, enquanto movimentos, armas e paisagens buscam referências na cultura chinesa.

Phantom Blade Zero é o primeiro jogo AAA da S-GAME, que antes trabalhava apenas com títulos mobile. O projeto é desenvolvido na Unreal Engine 5.

O lançamento está marcado para 28 de outubro, no PS5 e no PC. O principal desafio será manter o ritmo durante toda a campanha e equilibrar chefes que não recuam entre momentos de dificuldade e frustração.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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