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MSI MPG 321URX perde brilho e exibe marcas após uso intenso
Tecnologia

MSI MPG 321URX perde brilho e exibe marcas após uso intenso

Monitor QD-OLED usado para trabalho acumulou uma linha central, marcas na barra de tarefas e queda de 5% no brilho.

O MSI MPG 321URX apresentou sinais de desgaste após 30 meses e cerca de 8.000 horas usado exclusivamente para trabalho. O monitor QD-OLED 4K de 32 polegadas passou a exibir uma linha vertical no centro da tela, além de marcas na barra de tarefas e perda de 5% no brilho.

O equipamento é usado desde abril de 2024 em uma rotina de 8 a 10 horas por dia, com brilho ajustado para 200 nits. O Windows permanece no modo claro, a barra de tarefas fica visível e não há protetor de tela. A atualização de 30 meses é a décima etapa do acompanhamento.

Marcas aparecem em diferentes fundos

A linha central fica entre duas janelas mantidas lado a lado. O efeito é descrito como burn-in inverso: as áreas claras dos aplicativos envelheceram mais que a faixa escura entre elas, que passou a parecer mais clara nas imagens.

A marca ficou “mais visível do que nunca” aos 30 meses e começou a aparecer levemente até em uma imagem 100% branca. Antes, o efeito era percebido apenas em tons de cinza médios e escuros. A evolução segue em ritmo constante, com piora a cada etapa de seis meses.

A barra de tarefas também deixou sombras dos ícones e do relógio no canto direito. Como permanece na tela durante o uso, o problema costuma ficar escondido e aparece principalmente em conteúdo de tela cheia.

Brilho e temperatura mudaram

O pico de brilho permaneceu em 243 nits por 18 meses. Depois caiu para 238 nits aos 21 meses e chegou a 231 nits, uma redução de 5% concentrada nos últimos 12 meses.

A temperatura de cor também caiu: saiu de 6.440 K quando o monitor era novo, passou para 6.350 K em um ano e chegou a 6.292 K, cerca de 150 K mais quente, sem mudança nos ajustes. O subpixel verde foi o mais degradado, seguido pelo azul; o vermelho quase não mudou.

O painel realizou 865 ciclos de compensação, metade do total recomendado, porque a rotina de sete minutos é deixada para a hora de dormir, em vez de ser executada a cada quatro horas, como a MSI sugere.

Tim Schiesser afirmou que “O painel ainda está longe de ser destruído pelo burn-in.” O monitor continua funcionando, mas o teste indica que o uso prolongado com janelas estáticas cobra um preço gradual. Pela conta apresentada, 8.000 horas equivalem a quatro anos de uso em uma jornada de 40 horas semanais.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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