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Anime da Science Saru transforma história mongol em trama de poder
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Anime da Science Saru transforma história mongol em trama de poder

Jaadugar: A Witch in Mongolia acompanha uma escrava persa ligada à ascensão e à queda de uma figura influente do Império Mongol.

Jaadugar: A Witch in Mongolia acompanha a trajetória de Ishtar, uma escrava de Tus, na antiga Pérsia, levada para a Mongólia após a invasão comandada por Genghis Khan. A produção é do estúdio Science Saru, o mesmo de Dandadan, e se destaca por misturar mistério, política e acontecimentos históricos.

Comprada por uma família de acadêmicos, Ishtar passa anos estudando o Alcorão, além de obras de filósofos e matemáticos. Depois de ser levada para a Mongólia, ela usa o conhecimento acumulado para se aproximar do poder e interferir nas disputas internas do império.

A trajetória de Fatima

A personagem é inspirada em Fatima, nome usado por Ishtar como disfarce. A figura histórica também era de Tus e foi capturada quando a cidade caiu diante do exército de Genghis Khan. Mais tarde, Fatima passou a servir Töregene Khatun, uma das esposas de Ögedei Khan, filho do conquistador mongol.

Após a morte de Ögedei, Töregene assumiu a regência e trocou ministros por pessoas de sua confiança. Fatima estava entre os nomes escolhidos e, por um período, tornou-se uma das mulheres mais influentes da Ásia.

A posição, porém, terminou depois que Güyük, filho de Töregene, chegou ao comando do Império. O irmão dele, Koden, acusou Fatima de bruxaria. A situação se agravou após a suposta morte de Koden alguns meses depois da acusação, e Fatima acabou executada.

O anime usa essa trajetória para abordar a disputa pelo poder e as divisões que marcaram o Império Mongol após a morte de Genghis Khan. Na trama do mangá, Fatima também aparece ligada a uma busca por vingança que pode contribuir para o fim do império.

Jaadugar: A Witch in Mongolia está disponível na Crunchyroll.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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