Guarulhos, Sábado, 19 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00% Guarulhos 15°C 15° / 25°
Ministra do TSE propõe barrar candidatura de Pablo Marçal ao Planalto
Foto: Pablo Marçal FELIPE MARQUES/ZIMEL PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Política

Ministra do TSE propõe barrar candidatura de Pablo Marçal ao Planalto

Estela Aranha apresentou o primeiro voto contra o registro de Pablo Marçal, que está inelegível e tenta disputar a Presidência.

A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou contra o registro de Pablo Marçal (PRTB) para a Presidência da República. A análise ocorre no plenário virtual da Corte, que reúne sete ministros.

Os demais magistrados podem registrar seus votos até esta sexta-feira (11). Ainda precisam votar André Mendonça, Dias Toffoli, Kassio Nunes Marques, Antônio Carlos Ferreira, Floriano Marques e Villas Bôas Cueva.

Marçal está inelegível, mas apresentou uma liminar para sustentar uma filiação retroativa ao PRTB, registrada em abril deste ano. Antes disso, ele estava filiado ao União Brasil. O pedido de candidatura foi contestado pelo Ministério Público Eleitoral.

Condenações e filiação partidária

O influenciador recebeu três condenações de inelegibilidade. Em duas delas, conseguiu reverter as decisões após recorrer. A punição que continua válida está relacionada à promoção de um “campeonato de cortes” entre apoiadores durante as eleições municipais em São Paulo, em 2024.

A iniciativa oferecia compensações em dinheiro para quem produzisse vídeos de promoção de Marçal. A Justiça Eleitoral considerou que houve uso indevido dos meios de comunicação.

Marçal também recorreu dessa condenação. Na primeira instância, ele havia sido condenado por quatro crimes e conseguiu afastar duas imputações. A inelegibilidade, porém, foi mantida. O recurso contra essa decisão ainda pode ser analisado pelo TSE.

Ao pedir que o registro fosse negado, o Ministério Público Eleitoral afirmou que Marçal não poderia concorrer por estar cumprindo pena de inelegibilidade. O órgão também questionou a validade da filiação ao PRTB apresentada pelo candidato.

Em 2024, Marçal disputou a Prefeitura de São Paulo pelo PRTB. Em abril deste ano, deixou o partido e foi para o União Brasil. Com uma liminar concedida perto do fim do prazo de registro, afirmou que ainda permanecia filiado à antiga legenda.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5