O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) voltou a criticar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que suspendeu temporariamente sua campanha digital e o impediu de participar de debates e entrevistas. Em entrevista ao SBT Brasil, ele chamou o ministro Dias Toffoli de “moleque”.
Toffoli publicou a decisão no final de agosto e depois a reverteu. A medida atingiu Renan Santos porque 16 perfis em redes sociais ligados ao candidato foram informados ao TSE fora do prazo. Para o ministro, a situação era um “indício de fraude à lei”.
O candidato afirmou que foi prejudicado de propósito e associou a decisão a manifestações que, segundo ele, organizou contra Toffoli. Renan Santos disse que os atos pediam a saída do ministro por causa do suposto envolvimento dele no escândalo do Banco Master.
“Dias Toffoli me prejudicou. Sim, foi de propósito. Sim, foi uma vingança por ter organizado quatro manifestações pedindo a cabeça dele pelo envolvimento óbvio dele no escândalo do Banco Master”, declarou.
Renan Santos também afirmou que o impacto foi “enorme”. Segundo o candidato, ele ficou um dia e meio sem poder se comunicar com o público. Ele disse ainda que o período de suspensão desengajou o algoritmo de suas redes sociais.
A decisão, conforme relatado pelo candidato, ficou em vigor durante um período curto e foi posteriormente revertida pelo próprio ministro. A crítica foi repetida durante a entrevista, com foco no impedimento temporário de divulgação da campanha e de participação em debates e entrevistas.








