O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e cobrou uma resposta da Corte à crise envolvendo ministros. Em entrevista à Mathias TV nesta segunda-feira (14), ele afirmou que não aceita ordens de ministros associados, segundo sua declaração, a escândalos de corrupção.
Renan também defendeu que decisões consideradas ilegais não sejam cumpridas. Para o candidato, uma decisão originada de uma “árvore envenenada” não deve ser aceita. Ele disse ainda que, sem uma reação institucional, a República pode começar a se romper internamente.
Durante uma coletiva de imprensa, o presidenciável acusou o que chamou de operação de blindagem no STF de envolver Vorcaro, aliados do presidente Lula e integrantes do grupo político de Flávio Bolsonaro. As afirmações foram feitas sem apresentação, no texto, de detalhes adicionais sobre as acusações.
Investigação contra Moraes
Renan também cobrou atuação do STF no julgamento marcado para esta terça-feira (15), que vai analisar a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. Ele declarou que, se o caso não tiver resultado, a eleição será suspeita. O candidato defendeu ainda o afastamento dos ministros envolvidos.
Na mesma entrevista, Renan voltou a atacar Flávio Bolsonaro (PL). Segundo ele, a campanha do adversário estaria comemorando o fato de a população não estar discutindo o caso Dark Horse. O candidato classificou essa estratégia como uma tentativa de evitar que os eleitores tratem das acusações de corrupção mencionadas por ele.
Renan Santos disputa a Presidência e tem direcionado críticas ao STF, a Alexandre de Moraes e à campanha de Flávio Bolsonaro.








