Guarulhos, Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,01 · Euro R$ 5,61 · Ibovespa 206.888 -0,00% Guarulhos 17°C 16° / 28°
Líder do PL prevê votação de PEC sobre pagamento por hora em 2027
Política

Líder do PL prevê votação de PEC sobre pagamento por hora em 2027

Sóstenes Cavalcante afirma que o partido tentará pautar proposta de Rogério Marinho após a eleição.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou nesta quarta-feira (14) que o partido tentará votar em 2027 uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o pagamento por hora trabalhada. A declaração ocorreu no mesmo dia em que o Senado deve votar o fim da escala 6×1.

A proposta foi protocolada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) e é apresentada pela oposição como alternativa à PEC que acaba com a escala 6×1. O modelo também é defendido pelo candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que argumenta que o pagamento por hora daria mais flexibilidade aos trabalhadores.

Mudança de posição

Integrantes da oposição afirmam que o pagamento por hora poderia coexistir com as regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Nesse formato, caberia ao trabalhador escolher qual modelo seguiria.

A oposição criticava a adoção da escala 5×2, defendida pelo governo Lula (PT). Com a proximidade da eleição, porém, decidiu apoiar a proposta do fim da 6×1 após uma mudança de posição de Flávio Bolsonaro.

O candidato disse que passou a apoiar o fim da escala porque essa seria a vontade da maioria dos trabalhadores. Ao mesmo tempo, defendeu que o trabalhador pudesse montar a própria escala. Flávio fez a declaração depois de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar.

A oposição considera que um Congresso mais à direita em 2027 criaria condições para colocar a PEC de Rogério Marinho em votação. Flávio Bolsonaro ainda deve defender mudanças no texto depois do segundo turno das eleições.

Votação no Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que há votos suficientes para aprovar a PEC em primeiro turno. A proposta precisa do apoio de pelo menos 49 senadores em cada um dos dois turnos.

O texto reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, limita o trabalho a oito horas por dia e garante dois dias de repouso semanal remunerado, com preferência para um deles aos domingos. A implementação nos contratos deve ocorrer sem redução salarial.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5