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Rogério Marinho cobra fim do sigilo em inquérito das fake news
Foto: Senador Rogério Marinho (PL-RN) Reprodução/Youtube
Política

Rogério Marinho cobra fim do sigilo em inquérito das fake news

Senador afirma que Edson Fachin deve aplicar ao caso a mesma medida adotada no inquérito sobre o Banco Master.

O senador Rogério Marinho (PL-RN) pediu que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, determine a quebra do sigilo do inquérito das fake news e das milícias digitais. Até a quarta-feira (9), o caso era relatado pelo ministro Alexandre de Moraes.

Marinho coordena a campanha à Presidência do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ao comentar a divulgação de conteúdos da investigação sobre o Banco Master, ele afirmou que Fachin atendeu a um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e defendeu que a medida também seja aplicada ao outro inquérito.

“Vou parabenizar o ministro Fachin que atendeu o pedido do Lula, e esperar que a mesma régua seja utilizada no famigerado inquérito das fake news e milícias digitais”, escreveu Marinho nas redes sociais. Na sequência, o senador citou o que classificou como perseguição e descumprimento da lei praticados por Alexandre de Moraes.

Na noite da quinta-feira (10), o ministro André Mendonça retirou o sigilo do inquérito que investiga fraudes financeiras do Banco Master. Ele informou que estavam sendo tomadas as providências administrativas para encaminhar uma cópia integral dos autos aos demais ministros do STF.

Julgamento no STF

A decisão de Mendonça ocorreu após uma solicitação apresentada horas antes por Fachin. O presidente do Supremo justificou o pedido pelo julgamento marcado para terça-feira (15), que vai analisar um relatório da Polícia Federal.

O documento reúne supostas conversas entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A retirada do sigilo permitiu o envio dos autos aos demais integrantes da Corte antes da análise prevista no calendário do tribunal.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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