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Lula propõe usar Fazendinha em acordo para pagar dívida do Corinthians
Política

Lula propõe usar Fazendinha em acordo para pagar dívida do Corinthians

Presidente disse que sugeriu à Caixa uma operação imobiliária com o Parque São Jorge para quitar o débito do clube.

Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (16) que tenta ajudar o Corinthians a resolver a dívida com a Caixa Econômica Federal. A proposta apresentada pelo presidente envolve a venda da Fazendinha, como é conhecido o antigo Parque São Jorge, em uma operação com o setor imobiliário.

A ideia foi relatada durante a participação de Lula no podcast Desce a Letra. Segundo ele, a sugestão foi feita ao presidente da Caixa. O clube faria um convênio com empresas do mercado imobiliário, venderia a área e usaria os recursos para quitar o débito ligado à construção do estádio.

Lula afirmou que o Corinthians tomou R$ 400 milhões para construir a arena. Na fala, disse que o clube já teria pago R$ 1 bilhão e ainda deveria R$ 600 milhões. Em outro trecho da declaração, mencionou o pagamento de R$ 1,75 bilhão e uma dívida de R$ 600 mil, mas a própria informação registra que o valor devido é superior a R$ 600 milhões.

O presidente atribuiu a diferença entre o valor contratado e o saldo devedor aos juros. “Eu estou tentando ajudar o Corinthians”, declarou.

Na sequência, Lula defendeu que a área do Parque São Jorge seja transformada em uma operação de crédito imobiliário. A intenção, segundo ele, seria liberar o clube da dívida relacionada ao estádio e permitir que o Corinthians use novos recursos, inclusive para contratar um jogador.

“Para que ficar com aquela Fazendinha lá paralisada?”, questionou Lula ao defender a venda do local. A proposta ainda foi apresentada como uma sugestão à direção da Caixa, sem indicação, na declaração, de que o acordo tenha sido fechado ou de que a venda tenha sido aprovada pelo Corinthians.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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