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Lula defende investigação de ministros do STF e punição se houver culpa
Foto: Lula voltou a defender retirada de sigilo de investigações Marcelo Camargo/Agência Brasil
Política

Lula defende investigação de ministros do STF e punição se houver culpa

Presidente citou Alexandre de Moraes e André Mendonça e voltou a defender mudanças no Supremo Tribunal Federal.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (10) que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) devem ser punidos caso sejam considerados culpados. Na declaração, ele citou Alexandre de Moraes e André Mendonça.

Lula também defendeu a investigação de todos os envolvidos em suspeitas. Para ele, a falta de apuração compromete a credibilidade do Poder Judiciário. O presidente elogiou ainda a atuação de Edson Fachin na condução da crise institucional na Corte.

“Se Alexandre de Moraes é culpado, ele tem que pagar. Se Mendonça é culpado, ele tem que pagar”, declarou Lula.

Sigilo de investigações

O presidente voltou a pedir a abertura de investigações que envolvam políticos e instituições públicas. Entre os casos mencionados estão o Banco Master e descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Lula criticou o vazamento seletivo de informações por juízes e afirmou que a divulgação de dados escolhidos pode afetar o processo eleitoral. Ele defendeu mais transparência nos procedimentos.

Questionado sobre uma possível reforma do Judiciário, o presidente disse que a sociedade precisa ser consultada antes da definição das mudanças. Lula voltou a defender a criação de mandato para ministros do STF.

Ao comentar o Supremo, afirmou que algumas pessoas passam a agir como se tivessem poderes ilimitados, sem mencionar ministros específicos.

Encontro com dono do Banco Master

Lula também falou sobre o encontro com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo o presidente, o banqueiro afirmou que estava sendo perseguido. Lula respondeu que ele seria investigado e teria de pagar caso estivesse errado.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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