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Lula aposta em medidas econômicas, e Flávio reforça críticas ao STF
Foto: Ricardo Stuckert e Vittor Sales
Política

Lula aposta em medidas econômicas, e Flávio reforça críticas ao STF

No último dia de campanha de rua, candidatos mobilizaram aliados em São Paulo e defenderam estratégias diferentes antes do primeiro turno de 2026.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) encerraram neste sábado (3) a campanha de rua antes do primeiro turno das eleições de 2026. Lula reforçou a defesa de medidas voltadas ao orçamento das famílias, enquanto Flávio ampliou a mobilização de aliados e as críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Na Avenida Paulista, Lula caminhou com Fernando Haddad, candidato petista ao governo de São Paulo. O presidente criticou os juros dos cartões de crédito, chamou as bets de problema para a população e voltou a defender o fim da escala 6×1. Também mencionou investigações sobre irregularidades na Previdência e o caso Banco Master. O ato teve um princípio de confusão depois que policiais militares determinaram a retirada de caminhões da região.

A campanha de Lula passou a priorizar a chamada “economia palpável”, com medidas dirigidas ao orçamento doméstico. Entre as ações destacadas estão o fim do imposto federal sobre as “blusinhas”, a redução da escala 6×1 e o novo Desenrola. A proibição de novos depósitos nas bets tem efeito imediato, mas as plataformas só deixarão de funcionar em 6 de outubro. A renegociação de dívidas depende de etapas posteriores.

Mobilização de Flávio

Flávio participou de uma motociata entre Santa Bárbara d’Oeste e Americana ao lado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Também estiveram no ato Ricardo Nunes, prefeito da capital paulista, e os candidatos ao Senado André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP).

Após o percurso, o senador defendeu mudanças no Judiciário e afirmou que o STF não pode funcionar como “uma delegacia de polícia”. Ele também acusou o PT de usar instituições para perseguir adversários, sem apresentar provas.

À tarde, Flávio participou de uma carreata e motociata entre Campo Grande e Bangu, no Rio de Janeiro, com Douglas Ruas (PL), candidato ao governo fluminense, e Carlos Jordy (PL), candidato ao Senado. “Esse é o último ato na rua antes de vencer a eleição”, afirmou.

A campanha também precisou responder à notícia falsa de que Flávio pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Segundo a Palver, 37% das mensagens analisadas trataram a narrativa como verdadeira. O caso levou a campanha a escalar Simone Marquetto (PP) e motivou uma notícia-crime ao Ministério Público Eleitoral.

O Banco Master e as disputas no STF também afetaram os cálculos das duas campanhas. Flávio é alvo de uma investigação autorizada por André Mendonça sobre sua atuação nas negociações para financiar o filme Dark Horse, biografia de Jair Bolsonaro. O senador nega irregularidades e afirma que os recursos eram privados.

Lula e Flávio chegaram à véspera da votação tentando transformar suas estratégias em votos: o petista com foco em medidas econômicas e o senador com mobilização política, críticas ao STF e apoio de aliados.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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