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Lula defende investigação de Lulinha e Marcola, apesar de dizer que são inocentes
Foto: Ricardo Stuckert
Política

Lula defende investigação de Lulinha e Marcola, apesar de dizer que são inocentes

Presidente afirmou acreditar na inocência do filho e do ex-chefe de gabinete, investigados em casos ligados a Roberta Luchsinger.

Luiz Inácio Lula da Silva afirmou acreditar na inocência do filho Fábio Luís, conhecido como Lulinha, e do ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Apesar disso, o presidente defendeu que os dois continuem sendo investigados.

“Eu acho que o Marcola é 100% inocente. Acho que meu filho é inocente. Agora, eles não estão livres da investigação”, declarou Lula em entrevista gravada para o programa Canal Livre. A entrevista vai ao ar às 20 horas na BandNews TV e às 22 horas na Band.

Investigações

Lulinha é investigado pela Polícia Federal por suposto tráfico de influência no governo em associação com Roberta Luchsinger, empresária e lobista. Os dois são amigos, segundo as informações apresentadas na entrevista.

Lula afirmou duvidar que o filho tenha conversado diretamente com autoridades do governo. O presidente também chamou Luchsinger de “picareta” e disse que relatos sobre encontros, viagens ou hospedagens com autoridades não comprovam, por si só, que houve contato com integrantes do governo.

Marcola admitiu ter recebido dinheiro de Luchsinger, que prestou serviços para o Careca do INSS. Ele afirmou que o valor foi um empréstimo pessoal.

Ao falar sobre o ex-chefe de gabinete, Lula disse que Marcola demonstrou lealdade durante o período em que trabalhou com ele. Também afirmou que, se o assessor pediu dinheiro à lobista, foi porque precisava do recurso.

“O dado concreto é que ele pagou. Isso não pode ser considerado corrupção”, disse Lula. O presidente e candidato à reeleição pelo PT declarou ainda que os investigados sabem a verdade e não estão livres da apuração.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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