Flávio Bolsonaro (PL) recebeu manifestações de apoio de líderes da direita internacional após terminar o primeiro turno da eleição presidencial brasileira à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio teve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. Os dois disputarão o segundo turno, marcado para 25 de outubro.
O presidente da Argentina, Javier Milei, classificou o resultado como uma vitória do campo político de Flávio e chamou o brasileiro de “querido amigo”. Milei também afirmou esperar trabalhar com ele e defendeu uma aproximação política e econômica entre Argentina e Brasil caso o candidato do PL vença Lula.
Reações internacionais
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, felicitou Flávio e associou o resultado à possibilidade de reconstrução das relações entre os dois governos. “Parabéns a Flávio Bolsonaro pela votação de ontem e boa sorte na final”, escreveu.
A relação entre os governos de Lula e Netanyahu se deteriorou durante a guerra em Gaza. Lula acusou Israel de cometer genocídio contra os palestinos, enquanto o governo israelense reagiu e chegou a declarar o presidente brasileiro persona non grata. Em julho, Netanyahu já havia enviado um vídeo à convenção do PL que oficializou a candidatura de Flávio.
Na Colômbia, o presidente Abelardo de la Espriella apoiou Flávio durante a apuração. Ele afirmou que a verdadeira mudança seria derrotar a esquerda, enviou um abraço ao candidato e o chamou de amigo.
Na Itália, Matteo Salvini, vice-primeiro-ministro e líder da Liga, também comemorou o desempenho. Em uma publicação, parabenizou Flávio e mencionou um resultado de primeiro lugar com mais de 56 milhões de votos, quase dois milhões e meio acima do presidente anterior.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a eleição brasileira e destacou a rapidez da apuração, mas não parabenizou Flávio diretamente nem declarou apoio ao candidato nessa manifestação.









