Guarulhos, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,20 · Euro R$ 5,93 · Ibovespa 183.477 -0,00% Guarulhos 17°C 17° / 32°
Como é o jatinho de Vorcaro usado por Flávio Bolsonaro e Moraes
Foto: reprodução
Política

Jato ligado a Vorcaro levou Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes

Aeronave usada em viagem do senador também transportou o ministro do STF e a advogada Viviane Barci.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) viajou dos Estados Unidos para Brasília em janeiro de 2025 em um Legacy 650 associado pela Polícia Federal a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O avião também levou Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), e Viviane Barci, mulher do magistrado.

Flávio embarcou em Fort Lauderdale, na Flórida, na véspera da posse de Donald Trump. Ele estava com a mulher, as duas filhas e o advogado Willer Tomaz. O registro da viagem foi localizado pela PF em comunicações de Tomaz durante a apuração sobre suspeitas de desvios em aposentadorias do INSS.

Um e-mail de 24 de janeiro de 2025 relacionava o deslocamento de Tomaz e da família dele, além de Flávio e seus parentes. No celular e na caixa de e-mails do advogado, os investigadores também encontraram fotografias, reservas, registros de voos e informações sobre aluguel de veículos.

Aeronave

A Prime You, operadora do jato, e Willer Tomaz estavam entre os cotistas da aeronave. Vorcaro era sócio da empresa naquele período, conforme as informações reunidas pela Polícia Federal.

A aeronave tem 26 metros de comprimento, 21 metros de envergadura e velocidade de até 850 km/h. A autonomia é de 6.780 quilômetros, o que permite voos sem escala entre Rio de Janeiro e Miami. O modelo conta ainda com cabine com baixo ruído, lavabo privativo e bagageiro amplo.

A viagem faz parte de pelo menos cinco deslocamentos de Flávio Bolsonaro com Tomaz. Vorcaro também teria cedido o avião a Moraes e Viviane Barci. O escritório da advogada mantinha contratos milionários com o Banco Master.

Flávio disse manter com Tomaz uma “relação de amizade legítima” e afirmou que qualquer suspeita baseada nessa proximidade seria “mera ilação, sem qualquer fundamento nos fatos”. Tomaz classificou as viagens como privadas e decorrentes da amizade com o senador. Ele também afirmou que não é investigado no caso do INSS.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5