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Eduardo diz que Kayath pode integrar equipe econômica de Flávio Bolsonaro
Política

Eduardo diz que Kayath pode integrar equipe econômica de Flávio Bolsonaro

Ex-banqueiro apoiou Lula em 2022, mas se aproximou da família Bolsonaro neste ano e participou de reuniões com Eduardo.

Eduardo Bolsonaro afirmou que Marcelo Kayath pode ser escolhido para comandar o Ministério da Fazenda em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. O ex-deputado, que atua como conselheiro da campanha do irmão, disse que Kayath seria um “excelente nome”, mas destacou que a decisão ainda não foi tomada.

Kayath se reuniu quatro vezes com Eduardo, incluindo um encontro na quinta-feira (10). Segundo o ex-deputado, os dois têm convergência de ideias em vários aspectos. Outros nomes continuam sob avaliação, sem que tenham sido revelados.

Trajetória no mercado financeiro

Fundador da QMS Capital, Kayath trabalhou por duas décadas no Credit Suisse e foi diretor-geral da instituição para a América Latina. Ele também é descrito por Eduardo como um especialista na atração de investimentos estrangeiros e na apresentação do Brasil ao exterior.

“Kayath é reconhecido como um dos grandes articuladores dos IPOs da primeira década do ano 2000”, afirmou Eduardo. O ex-deputado também citou as relações do investidor com agentes do mercado financeiro norte-americano e o classificou como uma pessoa arrojada.

Em 2022, Kayath apoiou Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial contra Jair Bolsonaro, pai de Eduardo e Flávio. Neste ano, passou a se aproximar da família Bolsonaro.

Propostas para a economia

Em entrevista, Kayath disse que pretende ajudar a formular soluções para os desafios do Brasil, com foco em uma agenda de crescimento sustentável. Ele defendeu a preservação dos programas sociais e afirmou que eventuais cortes de despesas deveriam ser “cirúrgicos, não podem ser cegos”.

Para o investidor, ajustes nas contas públicas devem melhorar a vida da população e tornar a agenda social mais eficiente e sustentável, e não apenas atender aos interesses do mercado financeiro.

Uma fonte da campanha de Bolsonaro afirmou que a prioridade do candidato continua sendo a eleição e que ainda não existe um favorito para comandar a área econômica.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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