O presidente nacional do PT, Edinho Silva, acusou Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, de querer acabar com o Pix, impedir o fim da jornada 6×1 e não reajustar o salário mínimo. As declarações foram feitas em um vídeo publicado nas redes sociais.
Edinho também afirmou que um eventual governo de Flávio encerraria o programa Farmácia Popular e enfraqueceria o Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o presidente do PT, o candidato teria atuado no Senado contra a aprovação do projeto enviado pelo presidente Lula sobre a jornada de trabalho.
“Com o Flávio, o salário mínimo não vai ter reajuste”, disse Edinho. Ele afirmou ainda que o governo do pai de Flávio congelou o salário mínimo e encerrou sua valorização.
Críticas ao cenário político
No vídeo, Edinho declarou que Lula promoverá reajuste do salário mínimo acima da inflação e ajudará famílias a quitar dívidas. A gravação foi divulgada em um momento de avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas, nas quais ele aparece numericamente à frente de Lula em cenários de segundo turno nos principais institutos.
Edinho também associou um eventual governo de Flávio à perda de estabilidade política no Brasil. Para sustentar a crítica, citou as conclusões de um inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
“Eles não aceitaram o resultado das urnas de 2022 e tentaram um golpe em janeiro de 2023”, afirmou. Edinho também mencionou uma tentativa de assassinato contra Lula e outras autoridades, entre elas o vice-presidente Geraldo Alckmin.
Diante da crise no STF, o presidente do PT disse que o sistema político “apodreceu” e sugeriu que Lula fará reformas na política e no Poder Judiciário. Ele afirmou que as mudanças devem fortalecer a democracia e a liberdade.
Edinho reconheceu possíveis erros do governo Lula e disse que o presidente quer corrigir rotas. Para ele, a troca no comando do país representaria um caminho duvidoso, enquanto Lula ofereceria uma mudança considerada segura.








