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Augusto Cury defende verticalização da produção agrícola durante agenda na Amazônia
Foto: Amanda Oliveira/g1
Política

Augusto Cury propõe ampliar produção agrícola e privatizar rodovias

Em Porto Velho, candidato do Avante também defendeu mais médicos, telemedicina e tecnologia para as polícias.

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu a ampliação da produção agrícola na Amazônia durante uma agenda nesta quinta-feira (24). A proposta inclui transformar soja e milho em proteína animal na própria região, com expansão da criação de suínos, aves e bovinos.

Cury também apoiou a privatização de rodovias como forma de melhorar as estradas e facilitar o transporte. Ele afirmou, porém, que os pedágios precisam ser compatíveis com os custos da produção. Como exemplo, citou rodovias privatizadas no Estado de São Paulo, que, segundo ele, são duplicadas e eficientes.

“Sem logística, você fica de mãos atadas”, disse o candidato ao defender investimentos em transporte para atender os setores agrícola, industrial e comercial.

Saúde e segurança

Na área da saúde, Cury afirmou que pretende aumentar os salários de médicos e enfermeiros, ampliar o número de profissionais e reforçar a capacitação técnica do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele também defendeu a expansão da telemedicina para atender pacientes em áreas rurais, periferias e cidades.

Segundo o candidato, a telemedicina poderia facilitar o acesso a consultas em situações ocorridas durante a madrugada, inclusive para crianças com diarreia e vômitos.

Para a segurança pública, Cury disse que quer treinar e equipar agentes das polícias Militar e Civil com tecnologia. Ele também associou investimentos em educação e na criação de empregos para jovens à prevenção da entrada no crime organizado.

O candidato afirmou que 6,7 milhões de jovens não trabalham nem estudam e podem ser recrutados por organizações criminosas. Segundo ele, o tráfico de drogas começa a cooptar jovens a partir dos 11 anos, enquanto o Estado atua aos 17 anos. Cury defendeu uma integração mais eficiente e o uso de inteligência estratégica no combate ao crime organizado.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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