Guarulhos, Sábado, 26 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,20 · Euro R$ 5,93 · Ibovespa 183.477 -0,00% Guarulhos 17°C 17° / 30°
Reserva do Exército dos EUA avalia forças para possível ação perto de Cuba
Foto: Cuba vive crise energética em razão de embargo dos Estados Unidos Adalberto ROQUE/AFP
Mundo

Reserva do Exército dos EUA avalia forças para possível ação perto de Cuba

Ofício cita tropas que poderiam ficar à disposição do Comando Sul, mas não há ordem de mobilização de unidades.

O Exército dos Estados Unidos avalia a disponibilidade de tropas para uma possível ação militar ao redor de Cuba. Uma mensagem interna da Reserva do Exército indicou que forças poderiam ficar à disposição do Comando Sul, responsável por operações na América Central, na América do Sul e no Caribe.

O documento foi emitido na semana passada pelo quartel-general da Reserva do Exército e pediu informações, até sexta-feira (25), a quatro unidades: o Batalhão de Apoio Logístico, o Batalhão de Engenharia, a Brigada Médica e a Brigada de Polícia Militar. Esta última atua em segurança, detenção e outras missões de aplicação da lei.

A solicitação aponta que as forças “possivelmente seriam necessárias em 90 a 120 dias”. O ofício não menciona Cuba e não informa que alguma unidade tenha recebido ordens de mobilização. Funcionários do governo norte-americano afirmaram que o pedido faz parte da continuidade do planejamento militar relacionado à ilha.

A movimentação ocorre enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aumenta a pressão sobre o governo cubano para que Havana faça reformas políticas. Durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Trump disse que o governo cubano “cairá” e que a “liberdade chegará a Cuba”.

Antes da assembleia, o presidente impôs sanções a empresas e autoridades de Cuba, incluindo instituições de desenvolvimento militar. Washington mantém um embargo comercial, econômico e financeiro contra o país desde a década de 1960.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, prometeu retaliar qualquer ofensiva dos Estados Unidos. Ele também acusou Washington de “agressão” e “guerra econômica” por bloquear as exportações de petróleo da Venezuela. A medida provocou uma crise energética na ilha.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5