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Cuba rejeita fala de Trump na ONU e denuncia pressão dos EUA
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Cuba rejeita fala de Trump na ONU e denuncia pressão dos EUA

Governo cubano chamou de calúnias as declarações de Trump e criticou a política americana contra a ilha durante a Assembleia Geral.

Cuba reagiu às declarações de Donald Trump na Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira (22). Durante o discurso, o presidente dos Estados Unidos afirmou que a ilha “cairá” e defendeu uma “mudança fundamental” no país, sem explicar como isso aconteceria.

A delegação cubana deixou o plenário durante a fala de Trump. Depois, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, escreveu na rede X que o governo americano não aceita o direito de Cuba à independência e à soberania.

“Nenhuma das falsidades do presidente dos EUA na ONU, nem qualquer calúnia, pode ou irá negar esse fato”, afirmou Rodríguez, que lidera a delegação cubana nos debates em Nova York.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, também criticou Trump. Ele disse que o republicano recorre à “mentira” para justificar a política dos Estados Unidos contra Cuba e afirmou que o país é apresentado como uma ameaça.

“Incapaz de justificar o castigo contra o povo de Cuba e sua guerra econômica genocida, o presidente dos EUA repete na ONU que Cuba representa uma ameaça”, escreveu Díaz-Canel no X.

Pressão entre os dois países

As relações entre Cuba e Estados Unidos estão entre os momentos de maior tensão dos últimos anos. Desde o retorno à Casa Branca, Trump reforçou as sanções contra a ilha e ampliou a pressão diplomática sobre o governo cubano.

O governo americano mantém um bloqueio petrolífero contra Cuba desde janeiro. Trump também ameaçou repetidamente “assumir o controle” da ilha, que fica a 150 quilômetros da costa da Flórida.

O presidente dos Estados Unidos considera Cuba uma “ameaça extraordinária” à segurança nacional americana.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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