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Kremlin admite possível retomada de diálogo sobre guerra na Ucrânia
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Kremlin admite possível retomada de diálogo sobre guerra na Ucrânia

Moscou diz que novas conversas com Kiev e Washington são possíveis, mas ainda não há local nem datas definidos.

O Kremlin afirmou nesta segunda-feira (7) que não descarta retomar as negociações entre Moscou, Kiev e Washington para buscar uma solução para a guerra na Ucrânia. A declaração ocorreu após reuniões de enviados dos Estados Unidos com os governos russo e ucraniano.

O porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, disse que ainda não há definição sobre onde ou quando um novo encontro poderia acontecer. “Também não descartamos a retomada do formato tripartite, mas ainda é cedo demais para falar sobre o local e as datas específicas”, declarou.

Peskov também afirmou que qualquer tentativa de diálogo representa um passo em direção à paz e agradeceu aos negociadores americanos.

Novas propostas

Steve Witkoff e Jared Kushner estiveram em Moscou no sábado e se reuniram com o presidente Vladimir Putin. No domingo, os enviados viajaram pela primeira vez a Kiev, onde conversaram com o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky.

Uma fonte de alto escalão da presidência ucraniana afirmou que os representantes de Donald Trump apresentaram propostas novas e “mais eficazes” para encerrar a guerra. A fonte não informou quais seriam os termos.

Os esforços de mediação dos Estados Unidos levaram a várias rodadas de conversas entre Moscou e Kiev em 2025. O processo, porém, não produziu resultado concreto e estava paralisado desde o início da guerra no Oriente Médio, em fevereiro.

Nas negociações anteriores, Rússia e Ucrânia mantiveram suas posições, principalmente sobre os territórios ucranianos cuja anexação é reivindicada por Moscou.

Zelensky disse no domingo temer que o conflito avance durante o inverno no hemisfério norte, período em que a Ucrânia corre novamente o risco de sofrer ataques russos contra o setor de energia.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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