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Romboli aparece em 99º lugar na projeção após vice em Villena
Esportes

Romboli aparece em 99º lugar na projeção após vice em Villena

Brasileiro de 36 anos perdeu a final de duplas do Challenger 100, mas deve voltar ao top 100 do ranking mundial.

VILLENA, ESPANHA — Fernando Romboli aparece provisoriamente em 99º lugar na próxima atualização do ranking mundial de duplas da ATP. O brasileiro começou o Challenger 100 de Villena na 104ª posição e deve retornar ao top 100 após terminar o torneio como vice-campeão.

Aos 36 anos, Romboli disputou a final ao lado do israelense Daniel Cukierman. A dupla perdeu para o estadunidense Benjamin Kittay e o japonês Takeru Yuzuki por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 5/7 e 10-7, em 1h34 de partida.

Campanha em Villena

Romboli e Cukierman eram os cabeças de chave número 4 e encerraram a campanha com três vitórias. O vice-campeonato rendeu 60 pontos no ranking, além de uma premiação de quatro mil euros, que será dividida entre os dois jogadores.

A final teve equilíbrio desde o início. Kittay e Yuzuki conseguiram uma quebra no décimo game e venceram o primeiro set por 6/4. No segundo, a parceria do brasileiro reagiu, ganhou a parcial por 7/5 e levou o confronto ao match tie-break.

No desempate, os adversários abriram vantagem com uma mini-quebra. Romboli e Cukierman buscaram a reação e empataram em 7 a 7, mas voltaram a perder um ponto no próprio saque. Kittay e Yuzuki aproveitaram a oportunidade e fecharam a partida em 10-7.

A dupla do brasileiro venceu 81% dos pontos disputados com o primeiro serviço e converteu dois dos seis break points criados.

Quarta final na temporada

O torneio em Villena foi a quarta final de Romboli na temporada de 2026. O único título do ano veio na grama de Nottingham, na Inglaterra. Ele também foi vice-campeão em Newport, nos Estados Unidos, e em Rosário, na Argentina.

A melhor posição da carreira do brasileiro é a 39ª, alcançada em janeiro deste ano. Caso a projeção se confirme, ele voltará ao grupo dos 100 melhores duplistas do mundo.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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