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Seis clubes chegam como favoritos à Superliga Feminina 2026/27
Foto: Wander Roberto/Inovafoto/CBV
Esportes

Seis clubes chegam como favoritos à Superliga Feminina 2026/27

Praia Clube, Minas, Osasco, Bauru, Sesc Flamengo e Fluminense formam o grupo principal na disputa pelo título nacional.

A Superliga Feminina 2026/27 começa em 17 de outubro com seis equipes apontadas como principais candidatas ao título: Dentil Praia Clube, Gerdau Minas, Osasco São Cristóvão Saúde, Sesi Bauru, Sesc RJ Flamengo e Fluminense. O grupo reúne os times mais cotados para ocupar as quatro vagas da semifinal.

A competição terá 12 participantes e será disputada entre outubro de 2026 e maio de 2027. Na primeira fase, os clubes jogam em turno e returno. Os oito melhores avançam aos playoffs, previstos para o início de abril. O primeiro turno termina em 21 de dezembro.

Campeão e finalista reforçados

Atual campeão, o Praia Clube manteve Adenízia, Michelle, Natinha e Macris entre as titulares da campanha passada. A levantadora está grávida e provavelmente não disputará toda a temporada. O elenco também ganhou Sofya Kuznetsova, Sabrina, Andrea Mitrovic, Fabíola e Lara Nobre. Payton Caffrey deixou a equipe de Uberlândia.

Finalista em 2025/26, o Minas será comandado por Leandro Vissotto, escolhido para substituir a sequência de treinadores italianos no clube. Thaisa, Nyeme, Julia Nowicka e Hilary Johnson permanecem. Jheovana, Luzia, Flormarie Heredia e Maiara Basso são as novidades do elenco.

O Minas é um dos maiores vencedores da competição, com seis títulos. O Osasco também tem seis troféus. O Sesc RJ Flamengo, dirigido por Bernardinho, lidera a lista histórica com 12 conquistas. O Praia chegou ao terceiro título na temporada passada.

Osasco e Bauru mantêm força paulista

Campeão em 2024/25, o Osasco contratou a oposta polonesa Magdalena Stysiak, de 25 anos e 2,03m, para o lugar de Bianca Cugno. Marcelle, Amanda, Lays e Marta Bechis também chegaram. Mari Brambilla, Anastasia Guerra, Mayhara, Larissa Besen e Lorrayna integram as opções do time.

A participação de Tifanny em competições nacionais segue indefinida. Ela foi liberada para jogar o Paulista, mas está vetada nos torneios nacionais por uma nova norma da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

Vice-campeão em 2024/25, o Sesi Bauru trocou Henrique Modenesi por Spencer Lee. Dani Lins, Diana e Roslandy Acosta continuam. Morgahn Fingall, Maira, Sofía Maldonado, Milka, Lívia e Lelê foram contratadas.

Flamengo e Fluminense completam o grupo

O Sesc RJ Flamengo manteve Simone Lee, Tainara, Giovana, Vivian, Juju Gandra, Lorena, Laís e Karina. Maša Kirov perderá parte da competição por causa de uma lesão no joelho esquerdo. Jaque Schmitz, Ariele e Minja Osmajić são os reforços, enquanto Helena deixou o clube.

No Fluminense, Facundo Morando assumiu o lugar de Marcos Miranda. Pri Heldes, Ariane e Camila Paracatu seguem na equipe, que também terá o retorno de Ana Medina. Natália Danielski, Bianca Bertolino, Júlia de Paula, Aline Segato, Valquíria, Gabi Martins e Kika chegaram ao clube.

Os outros seis times — Batavo Mackenzie, Sancor Londrina, Paulistano Barueri, Brasília, Pinheiros e Abel Moda Brusque — entram na disputa pelas duas vagas restantes no G8 e contra o rebaixamento. A rodada de abertura terá Gerdau Minas x Brusque Vôlei em 17 de outubro, às 18h30.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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