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Vídeo de músico recebe reivindicação de direitos autorais sem áudio
Foto: reprodução
Entretenimento

Vídeo de músico recebe reivindicação de direitos autorais sem áudio

Davie504 silenciou o instrumento ao tocar música de Simon & Garfunkel, mas afirmou que o vídeo foi alvo de uma reivindicação no YouTube.

O músico e criador de conteúdo Davie504 afirmou que recebeu uma reivindicação de direitos autorais no YouTube após publicar um vídeo em que não era possível ouvir o instrumento. A gravação foi feita em uma câmara anecoica, ambiente projetado para absorver reflexões sonoras.

A ideia era brincar com o título de “The Sound of Silence”, música conhecida de Simon & Garfunkel. Davie504 executou a faixa, mas deixou o áudio do baixo silenciado. Para quem assistia, portanto, não havia som da suposta interpretação.

Mesmo assim, o criador disse que o vídeo recebeu uma cobrança relacionada ao trecho. O episódio repercutiu entre usuários de redes sociais e em comunidades voltadas a tecnologia e criação de conteúdo. Em uma das discussões, a situação foi descrita como uma reivindicação de copyright sobre “silêncio literal”.

A música de Simon & Garfunkel foi lançada originalmente na década de 1960 e se tornou uma das canções mais conhecidas da dupla. A graça do vídeo estava em seguir ao pé da letra o nome da faixa: tocar o instrumento sem que o público escutasse a execução.

O caso também reacendeu o debate sobre os limites dos mecanismos automatizados de identificação de conteúdo protegido usados pelo YouTube. Esses sistemas podem apontar correspondências que parecem não coincidir com a experiência de quem vê o vídeo.

A explicação apresentada é que a ferramenta não teria identificado o silêncio como uma música protegida. O sistema pode ter considerado a fala de Davie504, que anunciou que tocaria a faixa, em vez de localizar um trecho musical específico. A execução audível da música não aconteceu.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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