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Canções de várias décadas embalam série sobre Lizzie Borden
Foto: Divulgação/Netflix
Entretenimento

Canções de várias décadas embalam série sobre Lizzie Borden

A produção usa faixas de diferentes períodos para acompanhar a narrativa que passa por Lizzie Borden, Elizabeth Báthory e Aileen Wuornos.

A trilha sonora de Monstro: A História de Lizzie Borden reúne dez músicas de artistas e épocas diferentes. A produção é a nova temporada da antologia de Ryan Murphy e ocupa o 1º lugar entre as séries mais assistidas em 60 países.

A seleção inclui “Cherry Bomb”, do The Runaways, “Hounds of Love”, de Kate Bush, “mangeout”, do Wet Leg, e “Cuntology 101”, das Lambrini Girls. Também aparecem “Today”, do Jefferson Airplane, “The End”, do The Doors, e “I’m On Fire”, na versão do Chromatics.

Completam a lista “Smalltown Boy”, do Bronski Beat, “The Last Time”, da Andrew Oldham Orchestra, e “Carnival”, de Natalie Merchant.

Uma narrativa que atravessa períodos

A história principal se passa no século XIX e acompanha Lizzie Borden, interpretada por Ella Beatty, depois do assassinato dos pais. A série, porém, não mantém a narrativa presa a uma única época. A trama parte de Lizzie, recua até Elizabeth Báthory, vivida por Vicky Krieps em flashbacks, e depois chega novamente a Aileen Wuornos, papel de Sarah Paulson.

Ian Brennan, cocriador da produção ao lado de Ryan Murphy, afirma que a música acompanha esse deslocamento temporal e ajuda a aproximar os personagens do público atual. “Como já estávamos atravessando diferentes períodos, fazer o mesmo com a música e conectá-la ao presente pareceu a escolha certa”, disse.

O caso retratado

Em 1892, Lizzie Borden foi acusada de matar o pai, Andrew Borden, e a madrasta, Abby Borden, com golpes de machado dentro da casa da família, em Massachusetts. Ela foi absolvida por falta de provas, mas continuou associada ao crime, que se tornou um dos casos mais famosos da época nos Estados Unidos.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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