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Dani Buarque lembra virada da The Mönic no Knotfest
Foto: Reprodução/Instagram
Entretenimento

Dani Buarque lembra virada da The Mönic no Knotfest

Vocalista conta como o festival marcou a banda e fala sobre conciliar música, empregos e contas a pagar.

Dani Buarque, da The Mönic, relembrou a apresentação da banda no Knotfest e classificou o show como um momento de virada na trajetória do grupo. A artista contou que o festival também foi uma das poucas situações em que sentiu um nervosismo capaz de paralisá-la no início da apresentação.

A participação aconteceu em um festival de metal, apesar de a The Mönic não se definir como uma banda do gênero. Segundo Dani, algumas músicas têm elementos próximos desse universo, mas a banda transita por diferentes sonoridades. Também era a primeira vez que as integrantes tocavam em um estádio diante de um público tão numeroso.

“Eu acho que foi um show que mudou o jogo pra gente”, afirmou Dani.

O impacto do show

O medo de tocar para um público grande não se confirmou. A banda abriu o festival, e a cantora ainda se lembra de observar a multidão do palco e associar aquele momento a shows que já tinha visto no local, incluindo apresentações de Paul McCartney.

Dois anos depois, a experiência continua sendo mencionada por fãs em diferentes regiões do Brasil. Dani disse que pessoas abordam a banda durante as passagens pelo país para contar que conheceram o grupo no Knotfest, do Nordeste ao Sul.

A artista também falou sobre as dificuldades de viver de música. Ela explicou que a expectativa de parar de fazer shows para se dedicar à produção de um disco nem sempre é possível, porque as contas continuam chegando. Parte das integrantes concilia a banda com outros empregos.

“Grande parte da banda tem dois, três empregos, né?”, disse Dani.

Para ela, lidar com aluguel, trabalho e outras despesas torna difícil se dedicar exclusivamente à carreira musical. Ainda assim, a cantora afirma que a relação com a The Mönic e a experiência de viver tanto os momentos positivos quanto os negativos sustentam sua vontade de continuar.

Dani também ressaltou que se dedicar integralmente à música não garante retorno financeiro. Mesmo diante dessa incerteza, ela diz que a banda segue sendo uma razão para acordar todos os dias com vontade de fazer o trabalho acontecer.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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