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Sony compra direitos internacionais do terror com unicórnio laranja

“Buddy” mistura estética de programa infantil dos anos 1990, violência e humor sombrio em uma produção voltada ao público adulto.

A Sony Pictures Worldwide Acquisitions comprou os direitos internacionais de Buddy, terror que usa a aparência de um programa infantil para esconder uma história violenta. O acordo foi fechado por sete dígitos e coloca o estúdio responsável pela distribuição do filme em outros mercados.

Dirigido e coescrito por Casper Kelly, conhecido por Too Many Cooks, o longa acompanha os bastidores de It’s Buddy!, um programa infantil fictício dos anos 1990. A atração é comandada por Buddy, um enorme unicórnio laranja dublado por Keegan-Michael Key.

A produção começa com músicas, brincadeiras e um ambiente colorido voltado para crianças. A situação muda quando uma delas decide não participar mais das atividades. As crianças ficam presas naquele universo e precisam encontrar uma saída, enquanto descobrem a natureza violenta do mascote.

Confusão nos cinemas

A estética de Buddy provocou confusão durante as exibições nos cinemas dos Estados Unidos. Alguns pais teriam levado crianças pequenas às sessões acreditando que o filme era familiar. A produção, porém, tem classificação R nos Estados Unidos e é voltada ao público adulto.

Relatos de famílias deixando as salas, crianças chorando e espectadores surpresos circularam durante a passagem do longa pelos cinemas. A reação está ligada à proposta do filme, que usa um cenário colorido e um personagem com aparência amigável como contraste para o horror.

Além de Keegan-Michael Key, o elenco reúne Cristin Milioti, Topher Grace, Delaney Quinn, Michael Shannon e Patton Oswalt.

Buddy estreou no Festival de Sundance de 2026 e depois chegou aos cinemas norte-americanos. Com orçamento estimado em cerca de US$ 5 milhões, o filme teria arrecadado aproximadamente US$ 26,5 milhões nos Estados Unidos.

Ainda não há data confirmada para o lançamento no Brasil.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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