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Slash diz que Chinese Democracy revela a genialidade de Axl Rose
Foto: Shlomi Pinto/Redferns via Getty Images
Entretenimento

Slash diz que Chinese Democracy revela a genialidade de Axl Rose

Guitarrista elogiou o único álbum do Guns N’ Roses lançado durante seu afastamento da banda.

Slash considera Chinese Democracy um retrato fiel da visão artística de Axl Rose. O álbum foi lançado em 2008, durante o período em que o guitarrista ficou afastado do Guns N’ Roses.

Slash deixou a banda em outubro de 1996, após divergências criativas e conflitos com Rose. O retorno aos palcos ao lado dos antigos companheiros aconteceu apenas em abril de 2016. Nesse intervalo, o grupo lançou somente um álbum de estúdio sem a participação do guitarrista.

Um projeto de 14 anos

A produção de Chinese Democracy começou em 1994, quando Axl Rose assumiu o comando da banda. O trabalho levou 14 anos, passou por 15 estúdios e envolveu seis produtores. Entre 60 a 80 composições foram consideradas para o disco.

A produção custou mais de 13 milhões de dólares, segundo o levantamento citado no texto. O álbum foi tratado como o disco de rock mais caro já produzido pela publicação Far Out.

Apesar da recepção controversa entre os fãs, Slash avaliou que Rose fez o melhor trabalho possível. “É um disco realmente bom. É muito diferente do som original do Guns N’ Roses, mas é uma grande declaração do Axl”, afirmou.

O guitarrista também disse que o álbum mostra uma direção que a formação original não conseguiria alcançar. Em outra entrevista, definiu o projeto como um testemunho da visão de Rose e afirmou que, se tivesse sido lançado como trabalho solo, surpreenderia o público.

Reencontro nos palcos

Depois da volta de Slash ao Guns N’ Roses, músicas como “Chinese Democracy” e “Better” entraram no repertório da turnê Not In This Lifetime…, iniciada em 2016. O guitarrista afirmou que gosta de tocar as faixas e que adaptou as músicas ao próprio estilo.

Slash também elogiou os guitarristas que participaram da gravação: Buckethead, Robin Finck, Ron “Bumblefoot” Thal, Paul Tobias e Richard Fortus. Com o tempo, o interesse pelo álbum cresceu nas plataformas. Os plays do projeto passaram de 8 milhões para 24 milhões.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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