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Sepultura destaca era Derrick Green em último show no Rock in Rio
Foto: Ellen Artie/@ellenartie
Entretenimento

Sepultura destaca era Derrick Green em último show no Rock in Rio

Repertório reuniu músicas da fase do vocalista, que entrou na banda em 1997 e permaneceu até a turnê de despedida.

O Sepultura encerrou seu ciclo no Rock in Rio com um repertório formado apenas por músicas da era Derrick Green. O show deste sábado, 5, destacou a fase iniciada quando o vocalista entrou na banda, em 1997, após a saída de Max Cavalera.

A escolha colocou no centro da apresentação o período em que Green ajudou o grupo a continuar mesmo depois de mudanças na formação, incluindo a saída de Igor Cavalera. O baterista Greyson Nekrutman também participou da fase final da banda, assumindo o posto de Eloy Casagrande durante a turnê de despedida.

Com Andreas Kisser na guitarra e Paulo Jr no baixo, o Sepultura apresentou músicas que atravessam a trajetória de Green. A abertura teve “Against” e “Choke”, seguida por faixas como “Kairos”, “Mind War” e “Sepulnation”, escolhida para o encerramento.

O show também deu espaço ao EP The Cloud of Unknowing, lançado em 2026. As quatro faixas do trabalho foram executadas, incluindo “All Souls Rising”, apontada como um dos destaques da apresentação. “Sacred Books” fez sua estreia ao vivo, enquanto “Beyond the Dream” apareceu como uma das canções mais recentes.

Apesar da importância do material novo para o repertório, as músicas tiveram menor adesão do público. A plateia respondeu melhor a faixas como “Against”, “Choke”, “Kairos”, “Mind War” e “Sepulnation”.

Repertório da apresentação

Também foram tocadas “Phantom Self”, de Machine Messiah (2017), “Means to an End”, de Quadra (2022), e “Convicted in Life”. A apresentação ainda incluiu “The Place”.

O resultado reforçou a importância da era Green na história recente do grupo. O vocalista permaneceu mais tempo na banda e gravou mais álbuns que seu antecessor. O show aconteceu dois meses antes da despedida real do Sepultura em São Paulo.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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