Ringo Starr considera John Lennon/Plastic Ono Band uma das melhores experiências que teve em um estúdio. O álbum foi lançado em 1970, depois da separação dos Beatles, e teve o baterista como um dos três músicos principais do projeto, ao lado de John Lennon e Klaus Voormann.
Starr já havia passado 13 anos com os Beatles e participado de 12 álbuns do grupo antes da gravação. Ainda assim, descreveu as sessões do disco de Lennon como uma de suas temporadas favoritas em estúdio.
“Foi incrível”, disse o baterista ao lembrar o trabalho com Lennon e Voormann. Segundo Starr, os três tocaram como uma jam session. Lennon apresentava as músicas, enquanto os demais acompanhavam o rumo das gravações.
A familiaridade entre os músicos também ajudou no processo. Starr e Lennon já se conheciam muito bem, e os dois também tinham proximidade com Voormann. O baixista alemão integrou o núcleo principal do Plastic Ono Band, que ao longo dos anos reuniu outros nomes, como Yoko Ono, Eric Clapton, George Harrison e Phil Spector.
“Foi uma das melhores experiências que já tive gravando um disco”, afirmou Starr. Ele destacou a convivência com Lennon durante as sessões e a forma direta como o cantor trabalhava, entre gritos e interpretações das músicas.
Na carreira solo, Starr também teve sucessos no início dos anos 1970. “It Don’t Come Easy” marcou esse período, seguido por “Photograph” e “You’re Sixteen”, que chegaram ao topo das paradas nos Estados Unidos. Por um tempo, o baterista foi o Beatle mais popular no país.








