A Malice lançou Sob a Pele, álbum com 15 faixas que amplia os caminhos sonoros explorados pela banda. O trabalho reúne atmosferas, referências e estruturas distintas em um mesmo repertório, sem seguir uma única fórmula de criação.
A quantidade de músicas foi prevista desde o início do projeto que deu origem ao disco. Quando Bia Nobre e Diego Castro passaram a desenvolver o repertório e a direção criativa da banda, perceberam que o número poderia deixar de ser apenas uma exigência de formato e funcionar como parte do processo artístico.
“Ter que criar 15 músicas acabou sendo um exercício muito bom. Levou nosso processo para lugares em que talvez a gente não chegasse sem essa provocação”, afirmou Bia Nobre em nota para a imprensa.
Liberdade para experimentar
A proposta levou o grupo a discutir o próprio formato do álbum e a decisão de trabalhar com 15 faixas em 2026. Para a Malice, essa escolha se tornou uma das características mais particulares de Sob a Pele.
O desafio também abriu espaço para que a banda testasse possibilidades diferentes ao longo do repertório. Em vez de concentrar o disco em uma direção sonora única, o grupo reuniu caminhos variados e conectou as partes em um mesmo material.
O resultado é apresentado como um registro da disposição da Malice para experimentar e criar sem se prender à necessidade de repetir uma fórmula. A diversidade de escolhas aparece como elemento central do álbum, que marca uma mudança em relação a caminhos anteriores do repertório sonoro da banda.








