Guarulhos, Sábado, 19 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00% Guarulhos 15°C 15° / 25°
Leandro Serizo apresenta álbum conceitual ambientado no ano de 2222
Entretenimento

Leandro Serizo apresenta álbum conceitual ambientado no ano de 2222

Com 13 faixas, SOL QUIMÉRICO mistura rock, metal, MPB e R&B em uma narrativa sobre guerras, tecnologia e resistência.

O cantor e compositor Leandro Serizo lançou SOL QUIMÉRICO, álbum conceitual distribuído pelo selo Vinte7 Records e já disponível nas plataformas digitais. O trabalho reúne 13 faixas em uma narrativa que combina realidade, ficção científica e mitologia para refletir sobre conflitos do presente.

A história se passa no ano de 2222, sob o domínio do império alienígena de Ciborgue Tyrannus. No centro desse universo está MΣGΛPΘLIS, uma metrópole atravessada continuamente por uma música robótica. Fora desse ambiente tecnocrático fica o Abutre Estrelar, onde vivem os Abutrons, quimeras resultantes de experimentos genéticos.

Rejeitados e enviados ao lixo da história, os Abutrons criam no exílio seus próprios ritos, mitos e uma espiritualidade baseada no culto ao Sol Quimérico. As canções funcionam como capítulos e seguem uma ordem cronológica, conduzindo o ouvinte pelos acontecimentos desse futuro imaginado.

O álbum aborda destruição ambiental, guerras, robotização do ser humano, hegemonia imperial e as dificuldades de artistas independentes. Amor, espiritualidade, resistência e o papel transformador da arte também fazem parte da narrativa.

Mistura de referências

Na sonoridade, o projeto aproxima Rock Progressivo e Metal, além de combinar MPB, R&B, tradições afro-latinas e referências do Mediterrâneo oriental. A pesquisa de Leandro inclui o pianista e compositor de Jazz armênio Tigran Hamasyan, System Of A Down, Chico Buarque e Dead Can Dance.

Cada faixa recebeu um universo visual próprio, desenvolvido em fotografias e vídeos. “Eu quis usar a ficção científica, a mitologia e a psicodelia como espelho do presente”, afirmou Leandro.

O disco foi gravado entre agosto de 2025 e maio de 2026, em Campinas, no interior de São Paulo, e editado integralmente pelo artista. Quico Dramma e Granadeiro Guimarães assinam a produção e a mixagem. A masterização foi feita por Otávio Vassão.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5