Guarulhos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% Guarulhos 21°C 18° / 27°
Lito Sousa, do canal Aviões e Músicas, morre aos 59 anos
Entretenimento

Lito Sousa, do canal Aviões e Músicas, morre aos 59 anos

Influenciador e especialista em aviação tinha diagnóstico de Creutzfeldt-Jakob e estava em tratamento.

Lito Sousa morreu nesta quinta-feira (1º), aos 59 anos, após receber o diagnóstico de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma doença neurodegenerativa rara. O influenciador estava em tratamento e deixa a esposa, Mila Seidl, e um filho, Malone.

A morte foi comunicada nas redes sociais. A publicação trazia a mensagem: “Um grande abraço e até o próximo voo. Foi uma honra ter viajado com você. Te amo. Sempre”.

Carreira na aviação

Nascido Joselito Geraldo de Sousa, Lito ficou conhecido pelo canal Aviões e Músicas, no YouTube. Ele era piloto, mecânico de aviação e especialista em segurança aérea. Ao longo da carreira, trabalhou como mecânico e supervisor de voo em empresas como Varig, Transbrasil e United Airlines.

A presença de Lito nas redes começou em 2010, com o lançamento do canal. A página chegou a mais de 3,6 milhões de inscritos. Nos vídeos, ele explicava o funcionamento de aeronaves, falava sobre segurança, desmistificava o medo de voar e contava histórias dos bastidores da aviação.

Lito também escreveu o livro Onde Morrem os Aviões, fundou a Lito Academy e criou o curso Sem Medo de Voar. Ele era casado com Mila Seidl desde 2016.

Doença rara

A DCJ pode provocar perda progressiva de funções cognitivas, alterações de comportamento, dificuldades de movimento e outros sintomas neurológicos. A evolução costuma ser rápida.

A incidência estimada é de aproximadamente um a dois casos por milhão de pessoas por ano. Não há tratamento eficaz estabelecido para a condição. Medicamentos experimentais procurados pela família ainda estão em fase de pesquisa e não têm eficácia comprovada contra a doença. O acesso depende dos critérios dos estudos, das empresas responsáveis e das autoridades regulatórias.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5