Guarulhos, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,20 · Euro R$ 5,93 · Ibovespa 183.477 -0,00% Guarulhos 17°C 17° / 32°
Kane Parsons considera série limitada para finalizar Backrooms
Foto: Divulgação
Entretenimento

Kane Parsons considera série limitada para finalizar Backrooms

Diretor afirma que esse seria o formato ideal para levar a história de Backrooms: Um Não-Lugar até o desfecho planejado.

Kane Parsons revelou que considera uma série limitada o formato ideal para continuar e concluir a história de Backrooms: Um Não-Lugar. Ainda não existe confirmação oficial de que o projeto esteja em desenvolvimento.

O diretor afirmou que já pensa nos próximos passos da franquia, que começou como uma produção na internet e se tornou o filme de maior bilheteria da história da A24. Aos 21 anos, Parsons disse que continua criando novas ideias e que pode falar sobre outros projetos quando for possível.

“Eu digo desde o começo que o cenário dos sonhos seria uma série limitada de Backrooms para chegar ao desfecho principal”, declarou o cineasta.

História começou no YouTube

Parsons passou a explorar o universo de Backrooms em 2022, com uma série de vídeos em formato de found footage publicada no YouTube. A trama é inspirada em uma lenda da internet sobre uma pessoa que atravessa acidentalmente os limites da realidade e chega a um labirinto infinito de salas vazias e amareladas.

Segundo o diretor, a narrativa sempre teve um plano definido. O desafio era encontrar a melhor maneira de apresentar esse arco. “Não posso dizer nada, mas existe um arco muito estabelecido para tudo isso desde o começo”, afirmou.

Em Backrooms: Um Não-Lugar, a história se passa em 1990. O vendedor de móveis Clark, interpretado por Chiwetel Ejiofor, encontra um portal para um labirinto de escritórios surreais dentro de sua loja e desaparece ao entrar no local para estudá-lo.

Depois do sumiço, a terapeuta Dra. Mary Kline, vivida por Renate Reinsve, entra na dimensão para tentar resgatá-lo. Durante a busca por uma saída, ela precisa lidar com os próprios traumas.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5