Guarulhos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% Guarulhos 21°C 18° / 27°
Justiça dos EUA aprova compra da Warner pela Paramount
Foto: A compradora assumiu diversos compromissos Divulgação/Warner Bros. Discovery
Entretenimento

Justiça dos EUA aprova compra da Warner pela Paramount

A decisão encerra a disputa antitruste e autoriza a criação de um novo grupo de cinema e televisão.

Uma juíza federal homologou nesta quarta-feira (30) o acordo entre a Paramount Skydance e 12 estados americanos para a compra da Warner Bros Discovery. A aprovação veio acompanhada de compromissos assumidos pela compradora.

A decisão encerra quase três meses de tramitação por suspeitas de violação das normas de concorrência e remove o último obstáculo para a operação. O acordo havia sido fechado em 21 de setembro, mas ainda dependia da autorização judicial.

Salvaguardas para a CNN

Entre as medidas determinadas por Araceli Martínez-Olguín está a criação de um conselho para proteger a independência editorial da CNN. Grupos da imprensa haviam manifestado preocupação com possíveis impactos sobre a autonomia da emissora.

Também houve resistência dentro da indústria cinematográfica. Opositores afirmaram que a empresa resultante poderia reduzir postos de trabalho em Hollywood e diminuir a produção anual de filmes.

A Paramount, dirigida por David Ellison, venceu em fevereiro uma disputa de ofertas com a Netflix pelo controle de ativos como Warner Bros. Pictures, CNN e HBO Max. A família de Ellison mantém vínculos com o presidente americano, Donald Trump.

O governo Trump aprovou a transação em junho sem exigir mudanças no modelo de negócios. Depois disso, 12 estados entraram com ações para bloquear a operação.

Financiamento

O financiamento inclui cerca de US$ 24 bilhões (R$ 124,3 bilhões) em capital de fundos soberanos da Arábia Saudita, do Catar e de Abu Dhabi. Larry Ellison, pai de David Ellison e fundador bilionário da Oracle, forneceu financiamento e uma garantia aos credores que apoiam o negócio.

A ratificação ocorreu poucos dias depois de Trump proibir CNN, Politico e MS NOW de acessar a Casa Branca. Os veículos recorreram à Justiça e conseguiram reverter a medida.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5