Guarulhos, Sábado, 19 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00% Guarulhos 15°C 15° / 25°
Finneas deixa shows de Ed Sheeran após saída de Macklemore
Foto: Dia Dipasupil/Getty Images for Tribeca Festival
Entretenimento

Finneas deixa shows de Ed Sheeran após saída de Macklemore

Cantor anunciou retirada da turnê e criticou o silêncio de artistas diante da expulsão do rapper por manifestações pró-Palestina.

Finneas anunciou que não fará mais a abertura dos shows de Ed Sheeran na etapa sul-americana da Loop Tour. A decisão ocorreu após Macklemore deixar a programação das datas norte-americanas por manifestações de apoio à Palestina.

Com a saída de Finneas, as apresentações marcadas para 5 e 6 de dezembro no Allianz Parque, em São Paulo, ficaram sem atração de abertura confirmada. A organização do show ainda não informou se haverá substituto.

O cantor, irmão e produtor de Billie Eilish, criticou a decisão nas redes sociais. “Artistas não devem ser silenciados por se manifestar contra a opressão”, escreveu. Em seguida, afirmou que apoia a Palestina e seu povo.

Outros músicos deixam a turnê

Aaron Rowe, Lukas Graham e a banda irlandesa Beoga também anunciaram a saída da Loop Tour. Rowe fazia a abertura dos shows norte-americanos ao lado de Macklemore desde setembro e afirmou que não poderia continuar enquanto vozes contrárias ao genocídio fossem silenciadas.

Beoga, que integra a banda de apoio de Sheeran desde a parceria em “Galway Girl”, declarou que tocar em locais onde pessoas que defendem uma Palestina livre são silenciadas não era uma opção para o grupo.

Lukas Graham também se posicionou contra a demissão de Macklemore e cancelou as datas restantes. O cantor disse amar Sheeran e ser grato pela relação entre os dois, mas afirmou que não poderia continuar na turnê nas condições atuais.

O caso Macklemore

Macklemore se apresentou no estádio MetLife, nos arredores de Nova York, nos dias 4 e 5 de setembro. No primeiro show, gritou “Palestina Livre”, falou sobre Gaza e Cisjordânia, exibiu imagens da devastação em Gaza e cantou “Hind’s Hall”.

Na apresentação seguinte, usou uma keffiyeh e declarou apoio ao povo palestino. Também afirmou aos fãs judeus que criticar Israel, o apartheid e o genocídio não significava criticá-los.

Sheeran negou ter demitido o rapper. Em comunicado, disse que a decisão partiu do produtor e afirmou ter opiniões pessoais sobre o conflito, mas preferir não usar sua plataforma profissional para fazer política.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5