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Execução militar por fuzilamento será transmitida ao vivo nos EUA
Foto: Alex Wong/Getty Images
Entretenimento

Execução militar por fuzilamento será transmitida ao vivo nos EUA

Pete Hegseth confirmou que Nidal Hasan será executado em Fort Hood, em 3 de dezembro, com transmissão pública.

A execução de Nidal Hasan por fuzilamento será transmitida ao vivo e poderá ser acompanhada pelo público. A confirmação foi dada pelo secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, em entrevista ao canal Real America’s Voice News.

Hasan será executado em Fort Hood, no dia 3 de dezembro. Ele foi condenado por matar 13 pessoas e ferir outras 32 durante um ataque a tiros ocorrido em 2009, em uma base militar.

Questionado sobre a escolha do método, Hegseth respondeu: “Nem precisava pensar. Execução por fuzilamento”. O secretário também afirmou que a execução será realizada por soldados usando rifles, às 13h, horário relacionado ao momento do ataque.

Decisão e histórico

O presidente Donald Trump aprovou a execução por fuzilamento na segunda-feira. As Forças Armadas dos Estados Unidos não aplicavam uma pena de morte desde 1961, e especialistas em direito militar levantaram dúvidas sobre o cumprimento do procedimento exigido para autorizar a execução.

Trump defende a ampliação do uso da pena de morte. Durante os últimos seis meses de seu primeiro governo, 13 pessoas foram executadas — número superior ao total dos 10 governos presidenciais anteriores somados.

Em 2023, Trump teria manifestado interesse em retomar fuzilamentos, enforcamentos e execuções por guilhotina caso voltasse ao poder. Em abril, o Departamento de Justiça anunciou a retomada dos fuzilamentos como método para executar pessoas condenadas à morte.

A diretora-executiva do Death Penalty Information Center, Robin M. Maher, afirmou que a adoção desses métodos exigirá novos protocolos, instalações e recursos públicos. Ela também disse que o público americano pode não aprovar o uso do dinheiro dos contribuintes para essa finalidade.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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