A Dennehy colocou no ar uma nova etapa da carreira com DÜO, segundo álbum do grupo. O disco tem 15 faixas e foi construído pelos quatro integrantes, que dividiram composições, ideias e decisões ao longo da produção.
A banda está na ativa desde 2017 e retorna ao estúdio após sete anos do lançamento de DENNEHY, álbum homônimo que iniciou sua trajetória fonográfica. No novo trabalho, o grupo mantém a identidade construída ao longo dos anos enquanto amplia a combinação de emo, nu metal, hyperpop, música eletrônica e trap.
Composição compartilhada
Luna, vocalista da Dennehy, afirma que o processo mudou em relação ao primeiro disco. A produção deixou de ser centralizada e passou a envolver diretamente todos os integrantes. “Todo mundo da banda tem mãos nesse disco, todo mundo ajudou, compôs, deu ideias, é filho de todos nós”, diz.
A participação coletiva também influenciou o resultado sonoro. Gus, baterista da banda, aponta emo, eletrônico e metalcore como os três pilares de DÜO. Para ele, a mistura conhecida pelo público ganhou mais peso e passou a incorporar uma presença maior de elementos eletrônicos.
Experimentação nos palcos
As escolhas do álbum também alteraram a forma de levar as músicas para as apresentações. O guitarrista Felipe conta que a banda precisou encontrar novas maneiras de executar ao vivo algumas partes criadas durante a produção.
Cookie, baixista da Dennehy, relata que experimentar sem se afastar da proposta do grupo foi um dos desafios do trabalho. O processo levou tempo, mas o resultado agradou aos integrantes mais do que qualquer lançamento anterior, segundo ele. A expectativa é que o público tenha a mesma recepção.
Com DÜO, a Dennehy aposta em uma sonoridade que aproxima referências de emo dos anos 2010, nu metal dos anos 1990 e 2000, música eletrônica, hyperpop e trap, sem abandonar a formação construída pela banda.








