Guarulhos, Sábado, 19 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00% Guarulhos 15°C 15° / 25°
MP denuncia presidente do Corinthians e pede bloqueio de R$ 721 mil
Brasil

MP denuncia presidente do Corinthians e pede bloqueio de R$ 721 mil

Osmar Stabile é acusado de usar recursos do clube para contratar uma empresa de segurança particular.

O Ministério Público de São Paulo denunciou nesta terça-feira Osmar Stabile, presidente do Corinthians, por apropriação indébita qualificada. O órgão afirma que o dirigente teria usado recursos do clube para contratar a Bear Security, empresa de segurança particular.

A denúncia informa que o Corinthians fez pagamentos que somam R$ 721 mil à empresa entre julho de 2025 e agosto de 2026. Segundo o promotor Cassio Conserino, o serviço seria destinado à segurança pessoal de Stabile e, possivelmente, também de familiares.

A apuração começou no mês passado, após sócios do clube questionarem a contratação. Entre os elementos reunidos pelo Ministério Público estão notas fiscais dos pagamentos, uma entrevista em que Stabile teria dito que o serviço era para sua “segurança VIP” e registros de seguranças acompanhando familiares do presidente em compromissos particulares.

O promotor também aponta que a Bear Security não teria autorização da Polícia Federal para atuar na área. Com base nesses elementos, o Ministério Público considera que há motivos para levar o caso à Justiça.

Pedidos à Justiça

Além da denúncia criminal, o órgão solicitou o bloqueio de R$ 721 mil em bens de Osmar Stabile e a adoção de cinco medidas cautelares. Entre elas estão a proibição de acesso às dependências do Corinthians e a restrição de contato com testemunhas e dirigentes do clube.

O MP pediu ainda a suspensão de qualquer função associativa de Stabile, principalmente da representação institucional do Corinthians. A medida impediria sua participação em reuniões, negociações ou atos administrativos ligados ao clube.

Também foram solicitadas restrições para viagens. O dirigente não poderia deixar o país sem autorização judicial e ficaria proibido de viajar dentro do território nacional, sem autorização, por período superior a oito dias.

A Justiça ainda vai decidir se aceita a denúncia. Se a acusação for recebida, Stabile se tornará réu e poderá apresentar provas e indicar testemunhas para sua defesa.

O Ministério Público também investiga a contratação de outra empresa para prestar serviços de segurança ao Corinthians.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5