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Lesão de Arrascaeta reacende críticas ao calendário de seleções
Foto: Reprodução
Brasil

Lesão de Arrascaeta reacende críticas ao calendário de seleções

Mauro Cezar questionou amistosos após o meia do Flamengo fraturar o punho esquerdo em jogo do Uruguai contra a Coreia do Sul.

A fratura de Arrascaeta durante a vitória do Uruguai por 4 a 1 sobre a Coreia do Sul reacendeu o debate sobre o calendário internacional. O meia do Flamengo se machucou em um amistoso disputado em Seul e precisará passar por cirurgia no punho esquerdo.

Mauro Cezar Pereira criticou a sequência de partidas das seleções e a realização de jogos preparatórios. Para o jornalista, os clubes ficam com grande parte do prejuízo quando seus principais atletas retornam lesionados.

“Eu acho o seguinte: a Data Fifa é uma vergonha, essa quantidade de jogos”, afirmou Mauro Cezar.

Lesão aconteceu no segundo tempo

O Uruguai já vencia por 4 a 0 quando Arrascaeta caiu sozinho e apoiou a mão esquerda no gramado. Exames confirmaram a fratura. Antes do problema físico, o jogador havia marcado um gol e dado uma assistência.

A crítica de Mauro Cezar se concentrou na necessidade de expor atletas importantes a amistosos durante uma temporada com muitos compromissos. Ao citar diretamente o caso do uruguaio, ele questionou a utilidade da partida contra a Coreia do Sul.

“Por exemplo, o que acrescenta para o Arrascaeta jogar essa partida aí, mequetrefe, contra a Coreia? Nada”, disse o jornalista.

Segundo o levantamento mencionado por Mauro Cezar, 16 jogadores de diferentes seleções sofreram problemas físicos em poucos dias durante a atual Data Fifa. Kylian Mbappé também se lesionou no período e pode desfalcar o Real Madrid quando o calendário de clubes for retomado.

Flamengo aguarda recuperação

Arrascaeta retornará ao Rio de Janeiro para passar pela cirurgia. O prazo para a volta aos gramados será definido com mais precisão depois do procedimento.

A lesão ocorre na reta final do Campeonato Brasileiro, enquanto o Flamengo ainda disputa a Libertadores. O episódio também ampliou a discussão sobre a relação entre clubes e seleções, já que as equipes seguem responsáveis pelos contratos e salários dos jogadores durante a recuperação.

Para Mauro Cezar, os clubes deveriam questionar com mais firmeza a quantidade de partidas internacionais, principalmente os amistosos. Na avaliação dele, jogos oficiais, como as Eliminatórias, têm uma justificativa competitiva diferente dos confrontos preparatórios.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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