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Carragher defende retirada de títulos do Manchester City após condenação
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Carragher defende retirada de títulos do Manchester City após condenação

Ex-zagueiro do Liverpool quer que conquistas do período investigado deixem de aparecer no histórico do clube, mas não sejam dadas aos vice-campeões.

Jamie Carragher defendeu que o Manchester City perca o reconhecimento pelos títulos conquistados durante o período em que cometeu violações dos regulamentos financeiros da Premier League. A comissão independente considerou o clube culpado nas 115 acusações analisadas.

O ex-zagueiro do Liverpool e comentarista da Sky Sports disse que a punição deveria ir além de multa ou perda de pontos. Para ele, as conquistas precisam ser retiradas do histórico do City. Carragher, porém, não considera necessário entregar os troféus aos clubes que terminaram as competições em segundo lugar.

“Acho que os títulos e troféus que o Manchester City ganhou nesse período deveriam ser retirados da lista deles. Se outros clubes deveriam ou não recebê-los é uma questão diferente”, afirmou.

Títulos no período investigado

As acusações envolvem principalmente as temporadas 2009/10 e 2017/18. Nesse intervalo, o Manchester City ganhou três títulos da Premier League, uma Copa da Inglaterra e três Copas da Liga. O clube também conquistou uma Supercopa da Inglaterra.

A Premier League ainda não determinou a retirada dessas conquistas. A definição da sanção será feita em uma etapa separada, depois da análise da comissão independente.

Carragher afirmou que outros jogadores e clubes foram prejudicados pela vantagem obtida pelo City. “O que o Manchester City fez não apenas prejudicou seus próprios atletas, já que ninguém mais olhará para as conquistas deles da mesma forma, mas roubou algo precioso dos adversários”, disse.

Críticas aos proprietários

Além de pedir a retirada dos títulos, o ex-jogador defendeu o afastamento dos atuais proprietários do comando do Manchester City. Para ele, essa seria uma forma de iniciar um novo período após o escândalo financeiro.

A investigação apontou acordos comerciais considerados simulados, informações financeiras incorretas, descumprimento das regras de controle de gastos e falta de cooperação com a Premier League. A decisão também afirmou que as operações permitiram ao clube inflar artificialmente as receitas e reduzir os custos apresentados nas contas.

O Manchester City contesta as conclusões. O clube se declarou “surpreso e decepcionado”, reafirmou sua inocência e informou que usará as possibilidades de recurso disponíveis.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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