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Burnham prioriza economia enquanto líderes regionais pedem referendo
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Burnham prioriza economia enquanto líderes regionais pedem referendo

Porta-voz diz que o primeiro-ministro britânico rejeita novos referendos e mantém contato com governos da Escócia, do País de Gales e da Irlanda do Norte.

O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, vai priorizar medidas para reduzir a pressão sobre as finanças domésticas e ampliar a segurança econômica, afirmou seu porta-voz nesta segunda-feira, 14. A declaração ocorreu após líderes da Escócia, do País de Gales e da Irlanda do Norte defenderem um referendo de independência.

Em um memorando de entendimento, John Swinney, Rhun ap Iorwerth e Michelle O'Neill afirmaram que as nações têm direito à autodeterminação. O documento também declarou que nenhum governo de Westminster pode impedir a democracia ou retirar da população o direito de decidir o próprio futuro.

A reunião entre os três líderes aconteceu em Cardiff. No encontro, eles disseram que "o tempo de Westminster está chegando ao fim".

Posição do governo britânico

O porta-voz afirmou que Burnham "acredita fortemente na união" e mantém contato constante com os líderes dos governos. Para o primeiro-ministro, o Reino Unido funciona melhor quando seus integrantes se unem em torno de valores compartilhados e trabalham na resolução de problemas.

A posição apresentada é evitar debates constitucionais e novos referendos neste momento. O governo também pretende concentrar esforços no alívio das dificuldades financeiras das famílias e no aumento da segurança econômica.

A discussão ganhou força depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou apoio a uma Irlanda unida. Michelle O'Neill avaliou que a fala mostra que o debate sobre a unidade está muito vivo.

O primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, pediu que os políticos mantenham uma perspectiva serena sobre os comentários de Trump. Ele classificou parte das reações como "um exagero".

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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