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Crown Estate confirma pagamento a Andrew após saída de Royal Lodge
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Crown Estate confirma pagamento a Andrew após saída de Royal Lodge

Ex-príncipe recebeu 302 mil libras ao encerrar contrato da mansão em Windsor, onde morava desde 2023.

O Crown Estate confirmou que Andrew Mountbatten-Windsor recebeu 302 mil libras ao encerrar o contrato de arrendamento da mansão Royal Lodge, em Windsor. O valor equivale a 399 mil reais, na cotação atual, segundo o órgão que administra as propriedades reais.

A indenização estava prevista no contrato, que tinha duração de 75 anos. Uma cláusula garantia o pagamento caso o acordo fosse encerrado nos primeiros 25 anos, em razão de obras de renovação realizadas no começo do arrendamento. Os trabalhos custaram cerca de 7,5 milhões de libras.

Saída da residência

Andrew morava no imóvel desde 2023 com a ex-esposa, Sarah Ferguson. Ele não pagava aluguel e deixou a mansão no ano passado, depois de ser expulso pelo irmão, o rei Charles III. Em seguida, mudou-se para uma propriedade privada do monarca em Sandringham, no leste da Inglaterra.

O Crown Estate informou que o ocupante anterior deixou o imóvel e pagou 1,8 milhão de libras em reparos após a saída. O valor foi descrito como quase 11 milhões de reais.

O Escritório Nacional de Auditoria também havia apontado que Andrew sublocou por anos casas dentro da residência real.

Investigação

Andrew, de 66 anos, foi detido brevemente em 19 de fevereiro por causa de suas ligações com Jeffrey Epstein, criminoso sexual americano já morto. Ele nega ter cometido irregularidades relacionadas ao caso.

A investigação atual apura suspeitas de descumprimento no exercício de função pública. Andrew é suspeito de ter repassado documentos financeiros confidenciais a Epstein quando atuava como enviado especial do Reino Unido para o Comércio, entre 2001 e 2011.

Royal Lodge e a nova casa de Andrew em Sandringham foram alvo de buscas em fevereiro. Na quinta-feira, o Tribunal Superior de Londres considerou as operações ilegais. A polícia ainda busca meios legais para manter as provas apreendidas.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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